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  • Álvaro Góis 5 Jun 2017, às 15:51 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    A propósito de uma sugestão do @ruicruz publicada no Facebook da Comunidade:

    Acham que “Saltar para (…)” não seria melhor como “Ir para (…)”. Exemplo: Saltar para o conteúdo -> Ir para o conteúdo

    “Saltar” neste contexto tem um significado específico que o “ir” não transmite, i.e., que estamos a passar sobre alguma coisa.

    Creio que o “saltar para o conteúdo” é uma mensagem típica para browsers adaptados a utilizadores com dificuldades visuais, julgo ser conveniente transmitir essa ideia de que se está a deixar qualquer coisa para trás.

     
  • Vitor Madeira 22 May 2016, às 10:14 Permalink |
    Etiquetas: , , neutralidade., , tradução,   

    Acordo ortográfico de 1990 – A comunidade não pode ser nem a favor nem contra!

    [Venho agora do Slack precisamente porque por lá estou a receber constantes notificações que me dizem que as mensagens mais antigas não estarão disponíveis (provavelmente porque sou um utilizador não pagante do Slack) que achei por bem trazer isto para aqui, nem que seja, só para servir de arquivo.]

    A questão do Acordo Ortográfico de 1990 não deveria tratada por parte dos membros com responsabilidades aqui na comunidade como uma questão de “acho bem” ou “acho mal”. Não deveriam existir fações que representem os que defendem ou os que criticam.

    Dou um exemplo: Sou totalmente a favor da liberdade, respeito e direitos de todas as minorias de pessoas na nossa sociedade. Contribuo bastante para a tradução (principalmente de Plugins porque o Núcleo está todo traduzido) No entanto, sei que boa parte do meu trabalho também poderá ser utilizado por grupos de utilizadores de WordPress que defendam pontos de vista contrários ao meu (os religiosos evangélicos que levam os “santos” domingos a afirmar que os gays merecem o inferno, os neo-nazis que levam os “santos” dias úteis a afirmar que os negros, os ciganos e tantos outros são cidadãos de segunda, entre tantos outros tristes exemplos…)

    Mas a comunidade de tradutores (e de todos os que ajudam a gerir o WordPress em língua portuguesa), traduzem (e trabalham) quer para os que, como eu, defendem os direitos da minorias, quer dos que são de opinião contrária, porque esses também podem fazer download do WordPress e das traduções disponibilizadas pela comunidade e passar a utiliza-las.

    Se existe tecnologia que nos pode ajudar a tornar as coisas o mais neutras possíveis, essa tecnologia deve ser colocada ao serviço da comunidade (e não de quem está a favor ou contra o argumento central)

    Querem ver ao ponto absurdo em que se está a chegar neste tema de batalhar contra o acordo ortográfico nas traduções do WordPress? Eu faço ver o meu ponto de vista:

    Por imperativo profissional, necessito de ter todos os conteúdos dos projetos em que estou a trabalhar com a ortografia segundo a norma de 1990. Venho pedir auxilio aqui porque me dizem que é aqui que se deve pedir auxilio, mas o que recebo é… Enfim, negas e mais negas e argumentos contra o acordo.

    Por favor, reparem que eu não quero debater se o acordo é bom ou se é mau. Eu necessito de trabalhar. Não quero estar à mercê quer dos que defendem, quer dos que criticam. Necessito de estar ao lado de quem quer trabalhar e encontra no WordPress uma ferramenta fenomenal para o efeito.

    AGORA A CONTRADIÇÃO

    Sabiam que existem duas versões da língua portuguesa para traduzir o WordPress? (“Português” e “Português Informal”)

    Ora, sucede que o “Português” é aquele onde as coisas têm vindo a ser trabalhadas por todos, quer os que necessitam de ortografia de 1990, quer dos que preferem a anterior.

    E então o “Português Informal”?

    Não sei! Mas pelo que vejo, ajuizando pelo nível de strings não traduzidas na maior parte dos plugins, bem como a cópia/cola entre muitos casos de “Português” para “Português Informal”, parece que também ninguém faz ideia para que servirá aquilo… (nem os ‘necessitados’, nem os críticos do acordo…)

    Mas já pensaram bem que poderia ser útil tornar esse “Português Informal” numa ferramenta ao serviço de quem se vê a braços de necessitar da norma de 1990 e verificar que não tem nada que lhe sirva de ajuda?

    Críticos do acordo: Vão ‘bater’ em quem faz as leis e não em quem necessita de trabalhar segundo o que as leis ditam.

    Eu não sou legislador, sou cidadão de uma república que aprova leis e me obriga a segui-las, inclusivamente para poder manter o meu posto de trabalho e assim receber o meu vencimento ao fim do mês. Quanto mais não seja, considerem isso. Obrigado.

     
    • Vitor Madeira 22 Mai 2016, às 11:01 Permalink | Inicie a sessão para responder

      No Slack o Álvaro Gois e o Pedro Mendonça indicaram que a intenção da versão “Português informal” era a de disponibilizar uma versão que permitisse a quem pretendesse, ter um modo de tratamento mais informal para com os visitantes dos seus projetos, usando “tu” em vez de “você”.

      Mas fui verificar, e, as strings não estão minimamente convertidas…

      Temos então o seguinte ponto de situação: – Uma tremenda parte de profissionais que usam WordPress necessitam de ter os seus projetos com ortografia segundo a norma de 1990 e apenas dispõem do plugin “PT Variants” (que, para todos os efeitos, apenas ajuda na questão da conversão para a ortografia de 1990 no que respeita ao núcleo do WordPress **e não ao que respeita às strings dos plugins e temas!***)

      E se formos a consultar o andamento da versão “Português informal”, podemos facilmente concluir que não está ao serviço de ninguém. Nem dos que necessitam do “tu” em vez do “você” (porque aquilo está quase tudo como uma cópia integral da tradução “Portugal” com os respetivo “você” todos no mesmo lugar) nem de quem necessita de poder ter uma tradução com ortografia segundo a norma de 1990 diretamente logo nas strings do núcleo do WordPress, bem como nas strings dos plugins e temas.

      Para quem não percebe do que estou a escrever, isto é assim: O plugin “PT variants” (que é uma valiosa ajuda para quem como eu, necessita de ter a ortografia pós 1990 nos seus projetos) apenas serve para obtermos o texto das palavras do núcleo do WordPress, o que exclui logo o texto dos plugins bem como dos temas.

      Se tivermos uma “lingua” disponível para podermos utilizar a ortografia de 1990, então, o trabalho é só um: – Escolhemos essa língua para o nosso WordPress e pronto.

      Se mantivermos as coisas tal como elas estão, então, necessitamos de instalar o (valioso por enquanto) plugin “PT Variants” para o núcleo e depois estar a traduzir os plugins e temas um a um.

      Se mantivermos as coisas tal como elas estão, teremos também esta sensação de olhar para o pacote de língua “Português informal” ali, vazio, sem estar a servir seja quem for…

      Nota muito bem – Não quero com isto dizer que o projeto de linguagem “Português informal” é para acabar. Quero antes dizer que, se existiu força e vontade para criar uma linguagem que poucos ou nenhuns utilizam, também deveria ser disponibilizado um pouco de energia para criar uma linguagem que tantos responsáveis por projetos em WordPress se vêm na necessidade de utilizar, mas que, não têm ao seu dispor.

      Seria interessante obter a neutralidade devida por parte de quem de direito aqui na comunidade para verificar que as coisas segundo este ponto de vista não são apenas a vontade de uma única pessoa, e começar a tomar decisões que possam permitir muitos de nós poderem estar dentro daquilo que a lei exige.

      (e peço até a especial atenção por parte dos que são contrários ao conceito de ortografia pós 1990, é que, com este tipo de implementação, eu não estou a criticar a vossa posição. Batalho ao vosso lado para que possam sempre ter a devida liberdade de poderem afirmar as vossas opiniões, mesmo sabendo que eu próprio posso não estar de acordo convosco, mas isto que proponho é, fundamentalmente, apenas um pedido de (“mais”) neutralidade nesta questão, tratamento igual para com os que desejam ter o tal “português informal” e viver em paz e harmonia convosco no seio da comunidade WordPress.)

      Obrigado.

      • Nuno Morgadinho 25 Mai 2016, às 11:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Os teus pontos principais parecem ser: 1) devia haver uma neutralidade de opinião por parte da comunidade em relação ao AO e 2) devia haver um suporte melhor para quem necessita ter a tradução de acordo com a norma de 1990. Em relação ao primeiro ponto é preciso perceber que não existe uma entidade “comunidade” com posições oficiais. A comunidade é um grupo de pessoas e cada pessoa dá a sua opinião o que é normal. A maneira como a comunidade deve ou não lidar com questões não cabe a ninguém em específico decidir, tal como em qualquer projeto open-source o que vale é quem faz alguma coisa. Em relação ao segundo ponto o que tens a fazer é liderar um esforço para que o suporte seja melhorado. Senão existe faz, se já existe algo, melhora.

        • Vitor Madeira 27 Mai 2016, às 10:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Pois, com efeito, tenho andado com algumas dificuldades em compreender no concreto, o que será “a comunidade”. Para umas coisas, parece ser um “grupo de pessoas agregadas em torno de um mesmo assunto.” (nada a declarar) Para outras, parece que tem um site “oficial da comunidade” (é o que leio em http://www.wp-portugal.com : “É o site oficial da Comunidade Portuguesa de WordPress, uma organização informal que procura divulgar e contribuir para a utilização e desenvolvimento do WordPress em Portugal.”)

          Pronto, mas não quero bater mais nesse ‘ceguinho’ porque acabo por levar mais na carola por não compreender o que tenho que compreender (sem que me seja explicado…)

          Sobre o segundo ponto, pois, estou de acordo. Não quero minimamente que fiquem com a ideia de que quero apenas vir mandar ‘bitaites’ e cruzar os braços. Quero participar, tornar-me útil e fazer coisas, quer as que não existem ainda, quer ajudar a melhorar as que já existem.

  • José Freitas 8 Dec 2015, às 11:35 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    WordPress 4.4

    Pessoas, o WordPress 4.4 está previsto para hoje e há ainda traduções para fazer.
    Dentro das vossas possibilidade tentem dar uma ajuda. É particularmente importante a colaboração de programadores, uma vez que aquilo que ainda falta traduzir são strings novas que têm, por exemplo, a ver com REST API.

    Exemplo: Infrastructure is the first part of a multi-stage rollout for the REST API. Inclusion of core endpoints is targeted for an upcoming release. To get a sneak peek of the core endpoints, and for more information on extending the REST API, check out the official %s plugin.

    Aqui como traduzir ‘core endpoints’? Ou não traduzir?

     
  • Álvaro Góis 7 Dec 2015, às 14:45 Permalink |
    Etiquetas: , tradução   

    Alguém conhece este utilizador: alfalb?

     
  • Zé Fontainhas 3 Dec 2015, às 20:29 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    Legendas do video de introdução?

    Hello everyone Time for subtitling This time the…

     
  • José Freitas 27 Nov 2015, às 12:34 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    WordPress 4.4 tradução

    Se tudo correr como previsto, uma das mais ambiciosas versões do WordPress dos últimos anos será lançada no dia 8 de Dezembro. Com o lançamento, na quarta-feira, da versão RC ficaram congeladas as palavras e frases a necessitar de tradução.
    O processo de tradução está em curso mas como há, desta feita, muitas strings novas é necessário algum empenho das pessoas da comunidade para ajudar a traduzir.
    Para já estamos na soft string, que indica que todas as strings, com excepção da página Acerca, estão fechadas e não vão registar alterações. A etapa hard freeze, com a página de Acerca, deverá ficar pronta no dia 2 de Dezembro.
    Obrigado pela vossa ajuda.

     
  • Álvaro Góis 16 Jul 2015, às 11:13 Permalink |
    Etiquetas: , dúvidas, tradução   

    Uma discussão de fundo que, mais ou cedo ou mais tarde, teremos teríamos de fazer – uma nova tradução para “post type”.

    Como sabem, “post type” no WordPress não equivale em absoluto a post/artigo. Uma página é um “post type”, assim como um anexo ou um menu. Quem desenvolveu esta nomenclatura errou (vá, não estava à espera que a coisa descambasse para milhões de instalações).

    Quando foram introduzidos os custom post types talvez se devesse ter reformulado a nomenclatura, e isso não aconteceu, imagino eu, devido à retrocompatibilidade do WordPress. O que não significa que nas traduções não possamos/devamos fazer essa distinção.

    Em alguns contextos – sobretudo plugins – tenho optado por tipo de conteúdo, mas essa decisão tem sobretudo a ver com o uso e a percepção do conceito. Alargando a custom post type teríamos tipo de conteúdo personalizado, o que faz sentido. E vem até na linha do que outras aplicações (que não usam post para tudo) sugerem. Aliás, nem é preciso ir a outras aplicações, mesmo no contexto do WordPress isso está assumido: Jetpack, Pippin, Smashing Magazine.

    Que vos parece?

     
  • Rúben Martins 26 May 2015, às 17:10 Permalink |
    Etiquetas: , tradução,   

    Estou a fazer algumas traduções no transifex para alguns plugins do WP-Translations.org em pt_PT. Com isto costumao receber aprovação das mesmas? pois não existe reviewers.. somente um team manager/cordinnator

    https://www.transifex.com/projects/p/user-role-editor/language/pt_PT/

    Pergunto isto porque quero saber se vale apena fazer as traduções uma vez que por exemplo no plugin user-role-editor ainda nem uma tradução foi aprovada e já vai a 50% traduzido.

     
    • Tomé Mendes 26 Mai 2015, às 17:36 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Por experiência própria recomendo-te sempre a analisar bem os plugins que traduzes, datas das ultimas aprovações etc… Há por ai muito plugin interessante à espera de ser traduzido. Não percas tempo com plugins que são apenas colocados no Transifex à espera que alguem os traduza. Se possível entra também em contacto direto com o owner para saber mais detalhes.

      Atenção: Não quero dizer que seja o caso deste plugin, mas a verdade é que há mesmo muitos plugins que só são colocados em plataformas como Transifex na esperança de que alguém lhes toque.

      Qualquer coisa apita 😉

      • Pedro Mendonça 26 Mai 2015, às 17:40 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Concordo, o idioma pt_PT WP-Translations do Transifex como está gera alguma confusão. O coordenador da equipa é o fxbenard (francês), não há revisores atribuídos para o nosso idioma. Não são raras as vezes em que encontro traduções incoerentes com a terminologia adoptada pelo core do WordPress. O contacto directo ou via github é bem mais eficaz. De qualquer modo não seria mal pensado propor os actuais revisores do Polyglot para revisores desta equipa no Transifex, até porque na sua maioria já lá estão.

    • José Freitas 26 Mai 2015, às 17:39 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pelo que estive a ver, a equipa tem um coordenador, fxbenard, e não tem revisores. Tenta contactar o coordenador. Creio que as línguas dele são o francês e o inglês. Logo, creio que ele terá de indicar um revisor para o português.

      • valerio 26 Mai 2015, às 17:47 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Eu conheço o fxbenard, trabalha connosco no MailPoet no Transifex. Envia-lhe uma mensagem mesmo por lá que ele é rápido a responder.

    • Rúben Martins 26 Mai 2015, às 17:47 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pois já entrei em contacto com o coordenador para sugerir adicionar revisores ao pt_PT de forma a ser mais pratico não só para ele mas para as traduções em pt_PT que vejo tantas instalações de sites pt_PT com plugins em puro ingles e a nossa comunidade acho que tem capacidade para aqui e ali ir contribuindo nas traduções de forma a deixar a nossa marca como pt_PT

      E sim tenho conhecimento do polyglot e costumo lá ir contribuir https://profiles.wordpress.org/rubenmartins/ mas à muitos plugins que lá não estão :/ e por acaso agora descobri alguns no transifex mas depois de traduzir cerca de metade do user role editor fiquem desmotivado quando vi que era somente um coordenador o mesmo plugin ainda nao tinha nenhuma tradução revista pelo mesmo :/

      Se obtiver resposta do coordenador aviso.

  • Pedro Mendonça 21 May 2015, às 14:54 Permalink |
    Etiquetas: , , , , , tradução   

    Tradução de temas e plugins

    Depois de conversar com o @alvaro-gois-dos-santos e com @jose-freitas no #wclx15 e no slack, julgo que esta questão pode beneficiar dum debate mais alargado na comunidade.

    Actualmente a tradução do core e dos projectos do WordPress está centralizada na página da equipa de tradução pt_PT do próprio WordPress.

    A tradução de temas e plugins é naturalmente feita em contacto directo entre os respectivos autores e os tradutores, nas suas plataformas próprias. Cada um de nós que já traduziu um tema ou plugin, para fazer um bom trabalho, deverá conhecer o WordPress e a sua terminologia própria, comparando constantemente com os ficheiros de localização do próprio core (frontend e backend).

    Penso que haverá um enorme benefício para as versões portuguesas de temas e plugins se este trabalho individual for cruzado e debatido. No caso dos temas parece-me que o benefício é mais limitado, mas no caso dos plugins, há muitos que são instalados por uma grande maioria de utilizadores portugueses.

     

    Como fazer isto em comunidade?

    No meu processo individual de tradução, sempre que possível utilizo o GitHub para manter os meus ficheiros de tradução sincronizados com o repositório do autor. Com alguma frequência é necessário corrigir um bug relativo à tradução, a falta dum textdomain, ou submeter uma outra qualquer alteração à própria string. O processo individual tem esta vantagem.

    Em comunidade será bastante mais complexo manter uma base material a traduzir.

    Deverá a comunidade fazer um fork do repositório completo ou manter apenas uma cópia sincronizada do catálogo .pot do repositório do autor? Por vezes nem um .pot existe ou não está actualizado, há situações em que só existem os respectivos ficheiros .po/.mo, ou pior ainda, alguns repositórios têm apenas disponíveis os ficheiros .mo obrigando a que o tradutor mantenha o seu próprio ficheiro master .po.

    Há autores que delegam em comunidades do Transifex a tradução dos seus temas/plugins, o que torna demasiado frequente encontrar traduções feitas por profissionais, mas sem conhecimento das terminologias próprias adoptadas pelo WordPress em português, já para não mencionar traduções automatizadas via google.

    Aquilo que penso ser viável é pensar no processo que cada um de nós já utiliza individualmente e traduzi-lo para a comunidade, deixando naturalmente de fora os processos de debug.

    Seria possível manter um repositório de traduções da comunidade WP-Portugal, onde se poderiam incluir as traduções que já foram feitas por cada um de nós. A dificuldade poderá existir em manter sincronizado o tal .pot que por vezes não existe, mas também não é difícil de criar. Por fim, a tradução concluída poderia ser submetida ao autor do tema/plugin, com a validação da comunidade.

    Na minha transposição do processo individual para a comunidade parece-me facil via GitHub, mas acrescento por sugestão do @alvaro-gois-dos-santos a possibilidade duma instalação GlotPress próprio da comunidade, onde se centralizaria este trabalho à imagem do que é feito no Polyglots do core como mencionado acima. Uma vantagem desta última sugestão é os tradutores não precisarem de qualquer conhecimento de Git, o que aumenta consideravelmente a quantidade de possíveis tradutores.

    Não sendo programador, convido todos os que se interessem por este tema a pensar num processo de automatizar a sincronia destas traduções com os repositórios dos autores. Julgo que haverá forma de notificar a existência de novas strings para traduzir com algo como o GlotPress Notify.

    Resumo do processo:

    • Adicionar tema/plugin à plataforma
    • Traduzir em comunidade
    • Submeter/sincronizar com o repositório do autor

    O convite à tradução de plugins e temas abre outras discussões periféricas, como a lista do que deve ser traduzido, os opensource vs comerciais, contrapartidas, a atribuição duma qualquer validação pela equipa de tradução da WP-Portugal, a manutenção manual ou automatizada do glossário, etc.

    Embora eu prefira traduzir projectos por natureza abertos à comunidade, esta lista ou escolha de material a traduzir parece-me perfeitamente orgânica, os que reunirem mais interessados serão naturalmente os mais acompanhados pela comunidade de tradutores.

    Sem que este tópico se sobreponha à tradução do próprio core, espero que este debate ajude a optimizar nosso esforço individual enquanto tradutores que mantêm alguns temas/plugins, para que este trabalho não se perca e todos ganhem.

     
  • asturmas 20 May 2015, às 15:49 Permalink |
    Etiquetas: documentação, tradução   

    Eu sei que falamos disto no domingo e de momento ninguém tem disponibilidade para traduzir a documentação mas acedi-lhe agora para dar o link a um cliente e fiquei chocado.. https://codex.wordpress.org/pt:P%C3%A1gina_Inicial

    A nossa documentação fala de WordPress MU (que já não existe como ali esta descrito) e WordPress 2.9(!)? Pelo menos e enquanto não se consegue fazer nada melhor secalhar seria produtivo editar aquilo para tirar as referencias a tudo o que seja pré-histórico?

     
    • Álvaro Góis 20 Mai 2015, às 15:57 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tens razão. Ainda por cima parece-me a versão brasileira. Brasileiros que, contudo, têm um codex muito mais apelativo: https://codex.wordpress.org/pt-br:P%C3%A1gina_Inicial

      • asturmas 20 Mai 2015, às 16:01 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Estive 5 minutos a explorar a nossa documentação e além de não termos quase nada temos coisas mesmo da idade da pedra.

        Muito sinceramente acho que só temos duas possibilidades:

        • Pedir para que seja tudo apagado, pois da forma que esta apenas baralha as pessoas, nem quero imaginar os users que estão a dar os primeiros passos a cair naquilo em que praticamente não existe conteúdo ou existe conteúdo de 2009…
        • Dedicamo-nos a serio a documentação que me parece ser algo muito importante.

        Quanto aos zucas, realmente ele apelativo é mas não sei até que ponto faz sentido ser totalmente diferente pelo menos visualmente do Ingles.

        • Álvaro Góis 20 Mai 2015, às 16:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Começando pelo fim, não me faz espécie. A apresentação deles faz a ligação à própria identidade da Comunidade Brasileira, e isso pode ser um factor importante de ambientação.

          Quanto ao resto que referes, primeiro, deve ser apagado sim pois está desactualizadíssimo e, pelo aspecto, nem deve ter qualquer tipo de intervenção da Comunidade Portuguesa. Também acho que devemos dedicar-nos a sério à documentação. Mas se nos pomos a fazer tudo ao mesmo tempo não acabamos nada.

    • Rúben Martins 20 Mai 2015, às 16:44 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Concordo que deve ser dado a devida atenção a esta secção também mas não só conforme o @alvaro-gois-dos-santos mencionou temos de ir fazendo as coisas como deve ser senão vamo-nos perder com tanto que temos por fazer.

      Entretanto já comentei as linhas e categorias “WordPress 2.9 Information” e “WordPress 2.8 Information”. Quanto às restantes terá de ser analisado e decidir-se modificar ou apagar por completo e começar-mos de novo contudo sou da opinião que temos de estruturar isto bem pois os conteúdos que serão apresentados aqui serão também maioritariamente incluídos no desenvolvimento do novo website e que podemos aproveitar os conteúdos para os distribuir nestas páginas pelas quais muitas pessoas se guiam para entrarem ou consultarem dados sobre o WordPress.

    • José Freitas 20 Mai 2015, às 18:39 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Daí ter abordado a vontade de traduzir o Codex para pt_PT. O problema é que cada coisa deve ser feita a seu tempo. O novo website da comunidade é prioritário e é uma empreitada bem dura. O Codex pode ficar para a segunda fase.

  • Vitor Carvalho 20 Feb 2015, às 1:35 Permalink |
    Etiquetas: , , tradução,   

    Olá pessoal (desde há algum tempo),

    Estou a traduzir a última versão do polylang e deparei-me com uma palavra fixe “string”. Como é que temos andado a traduzir “string” para PT?

    Contexto: “Use this to remove unused strings from database, for example after a plugin has been uninstalled.”

     
    • Álvaro Góis 20 Fev 2015, às 9:05 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu diria “frase”, embora string não remeta apenas para frase, pode ser uma palavra.

      Por outro lado, frase também não se limita a uma sequência de palavras, há áreas em que é aplicada para designar a ligação de elementos num conceito, sem significar exactamente palavras ou sequência de palavras – em arquitectura, em música, etc.

      Posto isto, e há falta de melhor, “frases” pode ser a solução mais compreensível, dado o contexto.

    • miguelcortereal 20 Fev 2015, às 11:29 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Vitor (@lightningspirit), para este caso em concreto do Polylang sendo eu também um utilizador do dito plugin, a minha opinião é que simplesmente nem seja traduzido e fique “string”. Toda a gente minimamente ligada ao desenvolvimento (“Developers”) sabe o que é uma “string” e aplicando “frase” pode reduzir o contexto ficando assim a tradução pior. Exemplo típico de uma string de tradução do Polylang: %%sitename%% %%page%% %%sep%% %%sitedesc%%

    • Vitor Carvalho 22 Fev 2015, às 16:09 Permalink | Inicie a sessão para responder

      String será 🙂

    • Luís Rodrigues 17 Mai 2015, às 11:11 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Já venho tarde para responder, mas do que me lembro dos livros de programação em português, a tradução aceite era “cadeia (de caracteres)”.

  • Zé Fontainhas 10 Dec 2014, às 11:28 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    Ajuda para traduzir/validar, precisa-se:

    https://translate.wordpress.org/languages/pt

    (as versões …/pt/informal não são precisas, a menos que o @nuno-barreiro ache que sim)

     
  • miguelcortereal 7 Nov 2014, às 20:33 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    Alguém já utilizou o Google Translator Toolkit? Dá para carregar ficheiros de tradução e traduzi-los / editá-los com a ajuda do tradutor do Google propondo automaticamente uma tradução para cada string. Pode-se também dar acesso a outras pessoas para fazerem a edição tal como no Glotpress.

    Só agora descobri, não testei convenientemente mas pareceu-me que pode poupar imenso tempo fazendo o trabalho a partir das traduções automáticas.

     
  • José Freitas 15 Oct 2014, às 7:53 Permalink |
    Etiquetas: , tradução   

    Traduzi as strings existentes da versão 3.3 do WordPress para Android. Falta verificar e validar.

     
  • Álvaro Góis 9 Oct 2014, às 20:57 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    Candidatar vs. submeter

    Quem é que há uns dias falava num botão em que aparecia candidatar em vez de submeter ou enviar?

    Encontrei-o, e não é do core.

    Agora um aparte: que pensar desta tradução num plugin que oferece, ele próprio, serviços de tradução?

     
  • Álvaro Góis 9 Oct 2014, às 11:14 Permalink |
    Etiquetas: , , tradução   

    Media vs meios

    Para elevar (ainda mais) a minha teimosia (e embirração) com o uso de media sem itálico (ou, ainda pior, média), eis que alguém se lembra de traduzir à letra. Como é óbvio, isto não faz sentido algum.

    Media, neste contexto, não se refere ao meio, i.e., ao modo ou via que estabelece a comunicação (meio de comunicação social, meio de comunicação de massas, meios audiovisuais), refere-se à mensagem propriamente dita ou, melhor dizendo, ao suporte dessa mensagem. Quando, no WordPress ou na generalidade das aplicações digitais se refere media, creio que, por norma, isso é uma maneira simplificada de dizer media file, documento/arquivo/ficheiro de media (audiovisual? multimédia?).

    Acredito que a reserva ao uso da opção multimédia se deve, em especial, ao seu significado estar mais associado a suportes híbridos, i.e., que conjugam som e imagem, do que a designar um conjunto de suportes que podem incluir som e/ou imagem (“Que utiliza ou se refere a vários suportes de difusão de informação, nomeadamente imagem e som.”). E confesso que eu próprio tenho essa reserva e só propuz propus a opção por a achar sempre preferível a média (que em português é outra coisa).

     
    • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 11:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Nesse aspeto, não me choca em nada a forma brasileira ‘mídia’, e até acho que eles deram bem a volta a um assunto tradicionalmente muito dificil de dar a volta (os estrangeirismos ligados às novas tecnologias)

      No entanto, segundo o dicionário da língua portuguesa da Priberam, o termo a aplicar em Portugal será “média”… 🙁

      http://www.priberam.pt/dlpo/média

      comparar com:

      http://www.priberam.pt/dlpo/mídia

      • Álvaro Góis 9 Out 2014, às 11:46 Permalink | Inicie a sessão para responder

        A mim choca, e muito. É mesmo a última opção.

        O dicionário não diz que é média, precisamente pela explicação que dou acima. Porquanto média, embora aportuguesado na forma errada, refere-se aos meios de comunicação e não propriamente aos suportes, que é este caso.

        Na longa discussão que aqui tivemos antes abordámos as várias acepções. E, o mais engraçado, é que dei por mim a privilegiar a tradução que critico acima, meios (e o @nuno-barreiro a concordar), embora com a ressalva de que só a utilizaria num mundo perfeito (ainda assim, preferível a “mídia” 😛 ).

        • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 12:02 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Ainda não consigo perceber a ‘nossa’ embirração contra o termo “mídia”.

          Usamos a torto e a direito CPU, RAM, Smartphone, ROM, net, notebook, netbook, tablet, gamer, smartphone, smartwatch, gadget, design, drone, wireless, chip, plafond, browser, wearable, phablet, drive, marketing, cloud, etc…

          Mas na questão do termo “mídia”, ai e tal porque os brasileiros foram ‘chungas’ a aportuguesar esse termo… Também nós aportuguesámos muitos termos (mui mais no passado, diga-se) e não vejo nada de mal nisso… Não estou contra si Álvaro, estou contra a corrente que não nos permite absorver de uma vez pro todas esse termo, que, para todos os efeitos se torna uma palavra plenamente portuguesa.

          • Álvaro Góis 9 Out 2014, às 12:57 Permalink | Inicie a sessão para responder

            A minha embirração é, precisamente, porque não precisamos disso. Se media vem do latim, aportuguesemos do latim caramba. Porquê fazer um travestismo, indo buscar ao inglês (que foi buscar ao latim…), e mal?

            Além disso, mídia não tem nada a ver com os acrónimos e os nomes referidos.

            Eu não tenho qualquer reserva a utilizar uma palavra estrangeira se não encontro na minha língua uma forma melhor, mais concisa e clara de dizer a mesma coisa.

            Parte significativa do esforço de tradução/localização prende-se com a avaliação do risco de optar por uma expressão portuguesa que não faça jus ao sentido original (lá está, o exemplo de “meios”…).

            As traduções do WordPress estão repletas de exemplos de opções erradas. E os dicionários portugueses também, que não tenhamos dúvidas. Por exemplo, ainda ontem discutia com uma colega a propósito de workshop. Por que raio há-de workshop ser uma palavra portuguesa? Se não têm uma forma mais concisa de chamar à coisa, até podem usar a versão inglesa mas, não me lixem, workshop não é uma palavra portuguesa, embora haja dicionários que a consideram!

            Usamos tantas expressões estrangeiras correntemente, qual a reserva de o continuar a fazer? A posteriori, grosso modo, panache…

            Se é certo que a língua é dinâmica e vai beber a várias fontes – não sendo exclusivamente latinas –, uma garantia de que não perdemos o pé é aceitar que, em certos casos, não inventar é uma grande virtude.

            • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 13:49 Permalink | Inicie a sessão para responder

              Sinceramente, acho que a língua portuguesa necessita desse termo. Esse termo em particular define tudo o que mais nenhum termo português ou latim já existente tenta definir. Mídia consegue logo dar a ideia do que Meios, Média, Intermediários, Agentes de Informação, Meios de Comunicação, Suporte de Informação, etc. não consegue dar.

              (Mas vá, não vou mais bater nesta tecla. Sei que mudar mentalidades é das coisas mais difíceis que podem existir e sei que sozinho apenas conseguirei obter resistências ou até inimizades… O WordPress está primeiro)

              • Álvaro Góis 9 Out 2014, às 13:53 Permalink | Inicie a sessão para responder

                Vítor, não vou deixar de ser amigo de alguém só porque defende a utilização de “mídia”. Pronto, deixar de dar prendas no Natal, oferecer umas tatuagens do WordPress e tal, isso ainda vá, agora tornar-me inimigo, jamé!. (A menos que seja do SLB, aí a coisa começa a piorar mesmo…) 😉

          • Rodrigo Moreira 9 Out 2014, às 13:41 Permalink | Inicie a sessão para responder

            +1! Realmente, usamos todas essas expressões, porque é que implicaram com “mídia”?! Eu até gosto mais de “mídia” do que “média” ou “media”! Eu tenho médias é nas notas da escola! Lol…

            Quando muito, se continuam a embirrar com “mídia”, então proponho: “Mass media” ou “mass média”. Sempre é mais aceitável 🙂 http://www.priberam.pt/dlpo/mass%20media

            • José Freitas 9 Out 2014, às 13:51 Permalink | Inicie a sessão para responder

              “Mass Media” ou “mass média” já tem tradução em português: meios de comunicação social. O “Media” do WordPress em causa não tem a ver com isto.

            • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 13:51 Permalink | Inicie a sessão para responder

              “Embirramos” porque foram os brasileiros a ‘cunhar’ o termo (ou vá, a adaptar para a língua de Camões) e como nós, os portugueses, somos os “donos” desta língua, “não podemos permitir” que sejam os brasileiros a tomar rédeas, não é?

              Concluo com um retumbante “tchau” (quem é que hoje em dia não o usa? E quem é que o adaptou para a língua de Camões?)

              • Álvaro Góis 9 Out 2014, às 14:00 Permalink | Inicie a sessão para responder

                Eu não acho isso. Acho que no Brasil têm adaptações de outros termos mais bem conseguidas do que “mídia”.

                Assim de repente, pebolim, boliche… 😛

                • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 14:09 Permalink | Inicie a sessão para responder

                  Pois, o problema é que debatemos se gostamos (mais ou menos) ou se não gostamos de todo de um termo que, para todos os efeitos, até é útil! (é um debate subjetivo)

                  (Já agora, também aprendi o ‘boliche’ nas revistas brasileiras de ‘quadrinhos’ do Mickey e depois em jovem custou-me o choque do “boulingue” – aqui aportuguesei de propósito algo que estava perfeito para mim na versão brasileira)

                  A verdade é que não deveriamos seguir gostos mas antes a utilidade (a par com a aceitação no geral) destes termos.

                  • Álvaro Góis 9 Out 2014, às 14:22 Permalink | Inicie a sessão para responder

                    A minha observação não foi quanto a gostar ou não gostar, foi quanto a ser errado. E parece-me errado termos duas versões – … erradas – de aportuguesamento da mesma palavra. Mas, lá está, posso estar… errado.

                    Além disso, mesmo com mídia o problema mantém-se exactamente o mesmo. Os brasileiros usam mídia tal como nós usamos média, na acepção de meios de comunicação (eles “a mídia”, nós “os média”). Que não é o que media representa neste contexto que nos interessa.

    • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 11:36 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Encontrei esta dissertação que (a meu ver) até nem vem esclarecer muita coisa, mas antes vem confirmar a minha ideia de que os neologismos habitualmente ligados às tecnologias da informação são muito mais adaptados pelos falantes da língua de Camões:

      http://www.flip.pt/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica.aspx?DID=2613

      PERGUNTA: Gostaria de ser esclarecido, ou ver discutida a questão, quanto à forma correcta de escrever a palavra portuguesa que se refere aos órgãos de comunicação social como sector, ou seja, media. Ou será média? Ex: Educação para os Média ou Educação para os Media? Ou Os media portugueses ou Os média portugueses? António Lopes (Portugal)

      RESPOSTA: A questão colocada diz respeito à problemática do aportuguesamento de palavras estrangeiras, neste caso do inglês media, para designar os meios de comunicação social de massas, cujo alcance pode verificar-se na maneira como as obras lexicográficas para o português europeu tratam o assunto.

      O Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado, regista as formas media e média como substantivo masculino plural. O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (2001) registou o substantivo masculino plural media, não aportuguesando a ortografia, mas com a pronúncia aportuguesada em [‘m3], como a vogal de pé, diferente da pronúncia [‘mi], do inglês e do substantivo feminino mídia, consagrada nas obras lexicográficas para o português do Brasil. O Dicionário Houaiss, na sua edição portuguesa (2002), remete a forma media para média, como substantivo masculino de dois números (ex.: o semanário é um média de referência; os média trataram o assunto de forma heterogénea), observando que “apesar de o plural regular ser médias, em Portugal está consagrado o uso do plural latino na forma média (s.m.pl.)”. O Grande Dicionário Língua Portuguesa (2004) admite apenas o substantivo média como plural, não registando sequer a forma media. O Dicionário Verbo Língua Portuguesa (Lisboa: Verbo, 2006) regista apenas media, à semelhança do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, como de resto acontece em grande número de opções do dicionário.

      O panorama acima parece indicar que há uma tendência para a estabilização da forma média como substantivo masculino plural, mas a pesquisa em corpora e motores de busca da internet indica que a ocorrência da forma media continua a ser muito superior à de média, no mesmo contexto. Não havendo consenso no registo lexicográfico, a decisão de utilização de uma ou outra forma caberá sempre ao utilizador da língua, devendo este manter a opção que tomar, pelo menos dentro do mesmo texto ou documento, por uma questão de coerência ortográfica. No caso de optar pela forma media, deverá utilizar o itálico ou as aspas como forma de assinalar que se trata de um estrangeirismo, o que neste caso é especialmente importante, uma vez que a forma media é ambígua com formas do imperfeito do verbo medir (eu/ele media). Como argumento adicional para a coerência ortográfica na escolha da forma a adoptar poderá estar também o facto de a palavra multimédia, cuja origem etimológica é análoga à de media > média, estar registada com esta forma em todos os dicionários acima referidos, sem que nenhum deles registe a forma inglesa multimedia.

      Ver também: neologismos e estrangeirismos, itálico em estrangeirismos

      Helena Figueira, 27-Fev-2007

    • Vitor Madeira 9 Out 2014, às 14:01 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Bem, então e uma conjugação de termos?

      “audio/vídeo”, “audio e vídeo”, “imagem/som”, “imagem e som”?

    • Marco Pereirinha 9 Out 2014, às 14:04 Permalink | Inicie a sessão para responder

      50 cents de um benfiquista… media. A meu ver, o problema é mais de ordem técnica. Não sei se fará muito sentido colocar html dentro da tradução.

    • sergiovieira 10 Out 2014, às 23:25 Permalink | Inicie a sessão para responder

      propus* 🙂

  • Álvaro Góis 6 Oct 2014, às 10:42 Permalink |
    Etiquetas: gralhas, tradução   

    Screen Shot 2014-10-06 at 11.38.28

    Procurei e não achei: onde é que se corrige o P de WordPress na página de actualizações?

     
  • Álvaro Góis 2 Oct 2014, às 11:23 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    Screen Shot 2014-10-02 at 10.59.27

    Onde é que se corrige o readme.html PT que acompanha o WordPress?

     
  • Álvaro Góis 29 Sep 2014, às 15:04 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    A caixa Rapidamente do Dashboard, faz mesmo sentido ter esse título? At a glance não seria mais razoável ser Em resumo?

     
    • Zé Fontainhas 29 Set 2014, às 15:17 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Parece-me que sim

    • Luís Rodrigues 29 Set 2014, às 23:19 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ou isso, ou (mais à letra) De relance.

    • pmfonseca 1 Out 2014, às 8:20 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Concordo com o ‘Em resumo’

    • Vitor Madeira 1 Out 2014, às 9:31 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uma tradução ao “pé da letra morta” seria “num piscar de olhos”, mas temos que considerar que “at a glance” é baseado numa expressão popular anglo-saxónica, pelo que, a coisa nunca poderia fazer sentido se alguém se lembrasse a fazer uma tradução ‘à lá google translate” para a língua portuguesa.

      Acho melhor “Em resumo”, mas sem dúvida alguma que ficaria mais ‘aportuguesado’ e familiar se fosse considerado “Resumindo” ou até o famoso (e nem sei porquê desaparecido) “Sumário”.

  • Álvaro Góis 8 Sep 2014, às 16:08 Permalink |
    Etiquetas: tradução   

    Nesta versão 4.0, passou a existir uma entrada na tradução para “count”, que é um título de uma coluna das categorias. Este count é o número, a quantidade de artigos/cpt em cada uma das categorias. Acontece que a coluna não está preparada para que caiba Quantidade, a tradução actual.

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