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  • Rui Cruz 19 Jun 2016, às 10:02 Permalink |  

    Olá,

    Esta parte do wizard do WooCommerce está mal traduzida.

    Aos que estão envolvidos na tradução, deixo o alerta.

    https://gyazo.com/1d7e01da6ff3264fdacafb3ec578adfb

     
  • Nuno Morgadinho 18 Jun 2016, às 8:58 Permalink |  

    Meetup WordPress de Lisboa – 7 de Julho – 18:30

    Temos organização para um meetup a 7 de Julho no Rio Maravilha na Lx Factory. Quem quiser apoiar ou só saber como está a decorrer apareça no Slack no canal #meetup_lisboa Caso não haja oposição vamos apresentar como um meetup oficial da comunidade dentro dos próximos dias.

     
  • Nuno Morgadinho 17 Jun 2016, às 17:40 Permalink |  

    @zvitez parece que há um plano em movimento para passar o grupo do meetup.com para alguém na WP Foundation, o @goblindegook está a tratar disso e vai pedir para te enviarem um e-mail com instruções ok? Thanks

     
  • Álvaro Góis 17 Jun 2016, às 10:48 Permalink |
    Etiquetas: , alojamento, , discussão, , hosting   

    Discussões sobre serviços de alojamento

    Temos andado a discutir formas de reduzir ou eliminar mesmo as entradas com perguntas e comentários sobre alojamento do grupo WordPress Portugal no Facebook. Estas entradas são recorrentes, pouco informativas, porque a discussão sobre alojamento encerra em si tantas variáveis e subjectividade que a tornam quase inútil, e, pior que isso, contaminam outras discussões específicas sobre WordPress.

    Surgiram algumas ideias sobre como abordar este problema. O Henrique Mouta sugeriu no canal #general do slack que pudesse haver alguma coisa no site da Comunidade com indicações de boas práticas e serviços nacionais com oferta dedicada WordPress, à semelhança do que acontece no wp.org (mas tentando não replicar os erros ali cometidos e a polémica que tem gerado).

    A opinião geral nessa discussão do slack parece ter sido a de que não deveria existir, por ser uma temática volátil e criar contaminação entre serviços comerciais e um projecto open source de raíz comunitária e voluntária.

    Levantei a hipótese de algo desse género dever ser feito num site autónomo da Comunidade, p.e., um directório de serviços WordPress em Portugal (que pode ser útil). Mesmo que envolvesse pessoas da Comunidade, criava distanciamento e diminuía o risco de estarmos, erradamente, a validar serviços comerciais. Essa hipótese é sempre viável, havendo alguém que a queira abraçar.

    Um outro grupo no Facebook específico sobre alojamento era outra das ideias que surgiram entretanto, porque mantinha o grupo principal livre dessas discussões e conseguia-se dar algum suporte a quem precisa, efectivamente, de ter informação. Contudo seria mais um canal para gerir e poderia fragmentar ainda mais a Comunidade.

    Por fim, surgiu a ideia, para evitar mais canais e mais necessidades de gestão, de se criar uma área no fórum pt.wordpress.org só sobre alojamento. Poderia ter um artigo fixo no topo, de cariz mais “pedagógico” e até criar-se um artigo genérico sobre isso no próprio wp-portugal.com e no pt.wordpress.org. Ou seja, se aparecesse a discussão no Facebook, encaminhava-se para as indicações genéricas e discussões no fórum. Isso mantinha este tema específico dentro da Comunidade, eventualmente ajudando novos utilizadores, mas num canal à parte.

    Qual é que vos parece que seja o caminho mais útil e eficaz a seguir?

     
    • Sérgio Santos 17 Jun 2016, às 12:21 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A opção de criar um site autónomo da comunidade, à semelhança do que está a ser feito para os prémios Site do Ano da Virgu, parece-me ser a opção mais viável.

    • cenourinha 17 Jun 2016, às 12:23 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Porque não ensinar os utilizadores a pescar? Penso que o ideal seria publicar um artigo com os pontos essenciais a ter em conta na procura de alojamento web ideal, como a confirmação dos requisitos da plataforma WordPress, a procura de feedback positivo prévio à escolha, a possibilidade de testar o serviço, rapidez de resposta do suporte, possibilidade de expandir para soluções mais robustas em caso de necessidade, etc.

    • Henrique Mouta 17 Jun 2016, às 12:44 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Álvaro, obrigado por resumires a discussão! 🙂

      Levantei a hipótese de algo desse género dever ser feito num site autónomo da Comunidade, p.e., um directório de serviços WordPress em Portugal (que pode ser útil). Mesmo que envolvesse pessoas da Comunidade, criava distanciamento e diminuía o risco de estarmos, erradamente, a validar serviços comerciais. Essa hipótese é sempre viável, havendo alguém que a queira abraçar.

      Sim, é uma ideia interessante e alternativa que permite ter esse afastamento. Mas iria ser divulgado no site da Comunidade? Não iria trazer os mesmos hipotéticos problemas que traria se estivesse associado à Comunidade? A única diferença seria que não estaria sobre o domínio wp-portugal.com. E não fazendo parte da Comunidade, qual seria a motivação para fazer um serviço destes gratuito e imparcial? De qualquer forma, quem pegar nisto, se necessitar de ajuda terei todo o gosto!

      Por fim, surgiu a ideia, para evitar mais canais e mais necessidades de gestão, de se criar uma área no fórum pt.wordpress.org só sobre alojamento.

      Isto penso que tem tudo para correr mal, embora a intenção seja boa. É precisamente o facto de haver discussão à volta dos serviços oferecidos que poderá trazer mais problemas: feedback encomendado, discussões entre “haters” e “fanboys”. Ao fim de uns tempos, tornar-se-ia numa verdadeira flamewar e acho que teria que ser fechado.

      A ideia do cenourinha é algo que também estava incluido na minha sugestão e que me parece um ponto intermédio muito interessante. Não necessariamente fazer um artigo, mas uma espécie de “wizard” onde o utilizador selecionava as coisas que tem interesse em suportar como WPML, WooCommerce, Buddypress, WordPress Network, etc, e com base nisso daria umas guidelines do que é que o utilizador devia procurar.

    • Zé Fontainhas 17 Jun 2016, às 12:52 Permalink | Inicie a sessão para responder

      0,02€:

      A meu ver era uma combinação de algumas destas coisas, nomeadamente:

      • “…alguma coisa no site da Comunidade com indicações de boas práticas…”, completamente de acordo, menos a parte de listar empresas, isto porque a) uma simples listagem na verdade não ajuda ninguém, b) vão inevitávelmente existir lacunas, o que leva a c) dá a impressão de ser uma selecção de serviços “sancionada” pela Comunidade. Na minha opinião a “Comunidade” não deve nunca recomendar nada, até porque não existem dois casos/necessidades iguais de alojamento.

      • Um diretório de serviços parece-me fútil (mas é só a minha opinião). Qual é o propósito de excluir o que não é de Portugal? Fica-me a sensação de ser vagamente isolacionista e um pouco contrário ao espírito do WordPress. Para que fizesse sentido, precisava de ser algo cru e “auto-editado” do tipo Jetpack Pro, sem nenhum envolvimento editorial por parte da Comunidade, ao contrário do apoio técnico a esse canal (tema, plugins e eteceteras.)

      • Entre o grupo FB e uma secção no fórum, prefiro o fórum: o formato do FB não é controlado por nós e não é de fácil leitura, isto sem falar do facto mais conceptual de estarmos a disseminar know-how por não sei quantas plataformas diferentes. Exemplo: bem sei que o FB é mais fácil, mas francamente não quero um dia não poder deixar o FB porque estou num grupo que me interessa.

      • Zé Fontainhas 17 Jun 2016, às 12:55 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Nota: no ponto 2 pareço contradizer-me, mas apenas porque me esqueci de especificar que seria aberto a todas as entidades que querem oferecem serviços a clientes portugueses, independentemente da nacionalidade dessa oferta.

      • cenourinha 17 Jun 2016, às 13:07 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Desconhecia o Jetpack Pro, mas acho que a ideia seria por aí. Cada fornecedor submetia a sua oferta, indicando os tipos de serviços e soluções que oferecia, sendo depois mostrada uma listagem ordenada de forma random.

        A existir alguma forma de “rating”, este seria feito exclusivamente pelos utilizadores.

    • Vitor Madeira 17 Jun 2016, às 16:34 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Um projeto alojado fora do site da comunidade ajudaria a dar isenção e independência, de forma a não acusarem mais tarde a comunidade de pender mais para este ou para aquele lado. (até porque há um prestador deste tipo de serviços que patrocina o alojamento da comunidade, certo?)

      Qualquer que fosse a solução, deveria ser mais ou menos semelhante à forma como os plugins WordPress são avaliados: Possibilidade de escolher de 1 a 5 estrelas para avaliar de forma sumária e um campo de texto para colocar algum texto (opcional).

      Agora, o ideal seria que a forma de registar a avaliação não fosse anónima. Avaliações anónimas iriam descredibilizar totalmente o projeto.

      Mas onde ir então buscar um sistema de login fidedigno para os comentários / avaliações? Aí a tentação pode parecer logo “Facebook” porque é onde a maioria dos utilizadores colocam uma grande parte de dados pessoais / criam redes de amigos o que tem ajudado mais ou menos a evitar registos falsos, mas se possível, e em opinião pessoal, claro, o login da conta em wordpress.org / Gravatar seria o ideal, porque é o “universo” WordPress.

    • José Freitas 17 Jun 2016, às 17:15 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Creio que uma boa opção será criar uma página no site da comunidade de âmbito informativo e genérico, com maior ou menor desenvolvimento.
      Em complemento cria-se um espaço no fórum pt.wordpress.org específico para as questões de alojamento.

  • José Freitas 9 Jun 2016, às 15:57 Permalink |
    Etiquetas:   

    Meetup WordPress do Porto a 30 de Junho

    O próximo Meetup WordPress do Porto está agendado para quinta, 30 de Junho. Será às 19h00, no Café da Praça, em Matosinhos.
    No rescaldo do WordCamp Europa vamos, sobretudo, falar de letras:

    Tipografia para a Web: ​Derbies​, Lendas Urbanas e Teorias da Conspiração é o nome da apresentação. O tema será desenvolvido por Fábio Duarte Martins. É designer de tipos de letra, escreve e ensino sobre tipografia.

    O que ele promete: “A Internet está cheia de informação sobre tipografia. Demasiado cheia. E nadar em lama não parece coisa suave. Por cima disto, trabalhar com tipografia requer muitas perguntas, o que nos faz ir muitas vezes ao Google: e assim cresce o pântano. Mas há gente que se dedica a isto, discute sobre isto, escreve sobre isto, sonha com isto (eu sei, eu sei). Vamos falar sobre várias questões de tipografia para a web: técnicas, subjectivas e especulações, dos desastres aos bons exemplos, de código a imagens”.

    Se nada houver a opor será apresentado em breve como um evento da Comunidade Portuguesa de WordPress.

     
  • susanasalgado 25 May 2016, às 11:22 Permalink |
    Etiquetas:   

    Meetup WordPress de Lisboa

    A pedido de muitas famílias temos organização para um meetup para Junho em Lisboa. Quem quiser apoiar ou só saber como está a decorrer apareça no Slack no canal #meetup_lisboa

    O meetup irá ser no IST mas ainda estamos a fechar a data.

    Temos já duas talks propostas: O Pedro Duarte tem uma talk sobre boas práticas de CSS e o Luís Rodrigues com uma sobre React.

    Alguma oposição? Podemos apresentar como um meetup oficial da comunidade assim que fecharmos datas e talks?

     
  • Vitor Madeira 22 May 2016, às 10:14 Permalink |
    Etiquetas: , , neutralidade., , ,   

    Acordo ortográfico de 1990 – A comunidade não pode ser nem a favor nem contra!

    [Venho agora do Slack precisamente porque por lá estou a receber constantes notificações que me dizem que as mensagens mais antigas não estarão disponíveis (provavelmente porque sou um utilizador não pagante do Slack) que achei por bem trazer isto para aqui, nem que seja, só para servir de arquivo.]

    A questão do Acordo Ortográfico de 1990 não deveria tratada por parte dos membros com responsabilidades aqui na comunidade como uma questão de “acho bem” ou “acho mal”. Não deveriam existir fações que representem os que defendem ou os que criticam.

    Dou um exemplo: Sou totalmente a favor da liberdade, respeito e direitos de todas as minorias de pessoas na nossa sociedade. Contribuo bastante para a tradução (principalmente de Plugins porque o Núcleo está todo traduzido) No entanto, sei que boa parte do meu trabalho também poderá ser utilizado por grupos de utilizadores de WordPress que defendam pontos de vista contrários ao meu (os religiosos evangélicos que levam os “santos” domingos a afirmar que os gays merecem o inferno, os neo-nazis que levam os “santos” dias úteis a afirmar que os negros, os ciganos e tantos outros são cidadãos de segunda, entre tantos outros tristes exemplos…)

    Mas a comunidade de tradutores (e de todos os que ajudam a gerir o WordPress em língua portuguesa), traduzem (e trabalham) quer para os que, como eu, defendem os direitos da minorias, quer dos que são de opinião contrária, porque esses também podem fazer download do WordPress e das traduções disponibilizadas pela comunidade e passar a utiliza-las.

    Se existe tecnologia que nos pode ajudar a tornar as coisas o mais neutras possíveis, essa tecnologia deve ser colocada ao serviço da comunidade (e não de quem está a favor ou contra o argumento central)

    Querem ver ao ponto absurdo em que se está a chegar neste tema de batalhar contra o acordo ortográfico nas traduções do WordPress? Eu faço ver o meu ponto de vista:

    Por imperativo profissional, necessito de ter todos os conteúdos dos projetos em que estou a trabalhar com a ortografia segundo a norma de 1990. Venho pedir auxilio aqui porque me dizem que é aqui que se deve pedir auxilio, mas o que recebo é… Enfim, negas e mais negas e argumentos contra o acordo.

    Por favor, reparem que eu não quero debater se o acordo é bom ou se é mau. Eu necessito de trabalhar. Não quero estar à mercê quer dos que defendem, quer dos que criticam. Necessito de estar ao lado de quem quer trabalhar e encontra no WordPress uma ferramenta fenomenal para o efeito.

    AGORA A CONTRADIÇÃO

    Sabiam que existem duas versões da língua portuguesa para traduzir o WordPress? (“Português” e “Português Informal”)

    Ora, sucede que o “Português” é aquele onde as coisas têm vindo a ser trabalhadas por todos, quer os que necessitam de ortografia de 1990, quer dos que preferem a anterior.

    E então o “Português Informal”?

    Não sei! Mas pelo que vejo, ajuizando pelo nível de strings não traduzidas na maior parte dos plugins, bem como a cópia/cola entre muitos casos de “Português” para “Português Informal”, parece que também ninguém faz ideia para que servirá aquilo… (nem os ‘necessitados’, nem os críticos do acordo…)

    Mas já pensaram bem que poderia ser útil tornar esse “Português Informal” numa ferramenta ao serviço de quem se vê a braços de necessitar da norma de 1990 e verificar que não tem nada que lhe sirva de ajuda?

    Críticos do acordo: Vão ‘bater’ em quem faz as leis e não em quem necessita de trabalhar segundo o que as leis ditam.

    Eu não sou legislador, sou cidadão de uma república que aprova leis e me obriga a segui-las, inclusivamente para poder manter o meu posto de trabalho e assim receber o meu vencimento ao fim do mês. Quanto mais não seja, considerem isso. Obrigado.

     
    • Vitor Madeira 22 Mai 2016, às 11:01 Permalink | Inicie a sessão para responder

      No Slack o Álvaro Gois e o Pedro Mendonça indicaram que a intenção da versão “Português informal” era a de disponibilizar uma versão que permitisse a quem pretendesse, ter um modo de tratamento mais informal para com os visitantes dos seus projetos, usando “tu” em vez de “você”.

      Mas fui verificar, e, as strings não estão minimamente convertidas…

      Temos então o seguinte ponto de situação: – Uma tremenda parte de profissionais que usam WordPress necessitam de ter os seus projetos com ortografia segundo a norma de 1990 e apenas dispõem do plugin “PT Variants” (que, para todos os efeitos, apenas ajuda na questão da conversão para a ortografia de 1990 no que respeita ao núcleo do WordPress **e não ao que respeita às strings dos plugins e temas!***)

      E se formos a consultar o andamento da versão “Português informal”, podemos facilmente concluir que não está ao serviço de ninguém. Nem dos que necessitam do “tu” em vez do “você” (porque aquilo está quase tudo como uma cópia integral da tradução “Portugal” com os respetivo “você” todos no mesmo lugar) nem de quem necessita de poder ter uma tradução com ortografia segundo a norma de 1990 diretamente logo nas strings do núcleo do WordPress, bem como nas strings dos plugins e temas.

      Para quem não percebe do que estou a escrever, isto é assim: O plugin “PT variants” (que é uma valiosa ajuda para quem como eu, necessita de ter a ortografia pós 1990 nos seus projetos) apenas serve para obtermos o texto das palavras do núcleo do WordPress, o que exclui logo o texto dos plugins bem como dos temas.

      Se tivermos uma “lingua” disponível para podermos utilizar a ortografia de 1990, então, o trabalho é só um: – Escolhemos essa língua para o nosso WordPress e pronto.

      Se mantivermos as coisas tal como elas estão, então, necessitamos de instalar o (valioso por enquanto) plugin “PT Variants” para o núcleo e depois estar a traduzir os plugins e temas um a um.

      Se mantivermos as coisas tal como elas estão, teremos também esta sensação de olhar para o pacote de língua “Português informal” ali, vazio, sem estar a servir seja quem for…

      Nota muito bem – Não quero com isto dizer que o projeto de linguagem “Português informal” é para acabar. Quero antes dizer que, se existiu força e vontade para criar uma linguagem que poucos ou nenhuns utilizam, também deveria ser disponibilizado um pouco de energia para criar uma linguagem que tantos responsáveis por projetos em WordPress se vêm na necessidade de utilizar, mas que, não têm ao seu dispor.

      Seria interessante obter a neutralidade devida por parte de quem de direito aqui na comunidade para verificar que as coisas segundo este ponto de vista não são apenas a vontade de uma única pessoa, e começar a tomar decisões que possam permitir muitos de nós poderem estar dentro daquilo que a lei exige.

      (e peço até a especial atenção por parte dos que são contrários ao conceito de ortografia pós 1990, é que, com este tipo de implementação, eu não estou a criticar a vossa posição. Batalho ao vosso lado para que possam sempre ter a devida liberdade de poderem afirmar as vossas opiniões, mesmo sabendo que eu próprio posso não estar de acordo convosco, mas isto que proponho é, fundamentalmente, apenas um pedido de (“mais”) neutralidade nesta questão, tratamento igual para com os que desejam ter o tal “português informal” e viver em paz e harmonia convosco no seio da comunidade WordPress.)

      Obrigado.

      • Nuno Morgadinho 25 Mai 2016, às 11:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Os teus pontos principais parecem ser: 1) devia haver uma neutralidade de opinião por parte da comunidade em relação ao AO e 2) devia haver um suporte melhor para quem necessita ter a tradução de acordo com a norma de 1990. Em relação ao primeiro ponto é preciso perceber que não existe uma entidade “comunidade” com posições oficiais. A comunidade é um grupo de pessoas e cada pessoa dá a sua opinião o que é normal. A maneira como a comunidade deve ou não lidar com questões não cabe a ninguém em específico decidir, tal como em qualquer projeto open-source o que vale é quem faz alguma coisa. Em relação ao segundo ponto o que tens a fazer é liderar um esforço para que o suporte seja melhorado. Senão existe faz, se já existe algo, melhora.

        • Vitor Madeira 27 Mai 2016, às 10:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Pois, com efeito, tenho andado com algumas dificuldades em compreender no concreto, o que será “a comunidade”. Para umas coisas, parece ser um “grupo de pessoas agregadas em torno de um mesmo assunto.” (nada a declarar) Para outras, parece que tem um site “oficial da comunidade” (é o que leio em http://www.wp-portugal.com : “É o site oficial da Comunidade Portuguesa de WordPress, uma organização informal que procura divulgar e contribuir para a utilização e desenvolvimento do WordPress em Portugal.”)

          Pronto, mas não quero bater mais nesse ‘ceguinho’ porque acabo por levar mais na carola por não compreender o que tenho que compreender (sem que me seja explicado…)

          Sobre o segundo ponto, pois, estou de acordo. Não quero minimamente que fiquem com a ideia de que quero apenas vir mandar ‘bitaites’ e cruzar os braços. Quero participar, tornar-me útil e fazer coisas, quer as que não existem ainda, quer ajudar a melhorar as que já existem.

  • José Freitas 10 May 2016, às 19:02 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto

    No rescaldo do WordCamp Porto 2016, o Meetup WordPress do Porto será no dia 25 de Maio, quarta-feira, porque a quinta, 26 é feriado.
    Carlos Silva vai orientar o tema do meetup: Vamos então falar em BDD!
    Mais em concreto?
    Aqui vai: Os testes unitários, são muitas vezes deixados para a última hora. Ou porque o tempo alocado ao projecto está no fim, ou porque estamos mesmo em cima do orçamento, ou por qualquer outra desculpa que se arranja.
    É inevitável porém, que o primeiro passo em cada projeto seja uma discussão sobre funcionalidade e/ou recursos a serem construídos.
    Será que utilizadores, clientes, gestores de projecto, programadores e mesmo testers podem falar a mesma linguagem enquanto discutem usabilidade?
    Será que a criação de cenários pode ajudar na implementação de um projecto?”
    O Meetup será, de novo, no Café da Praça, em Matosinhos, às 19h00. Se nada houver a opor será apresentado como um meetup da comunidade muito em breve.

     
  • miguelcortereal 4 May 2016, às 20:33 Permalink |
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    Olá a todos, alguém reparou nisto? http://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2016-05-04-Nao-ha-Acordo-Ortografico-nenhum-diz-embaixador-e-professor-de-Direito-Internacional

    Para além do facto de o nosso actual Presidente querer voltar atrás no AO.

     
    • Vitor Madeira 22 Mai 2016, às 9:51 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu não queria, mas como acabei de vir do Slack precisamente devido a um debate onde a questão do acordo ortográfico de 1990 me levou a escrever uma resposta que, muito provavelmente (e porque o Slack me está a informar que as mensagens mais antigas não serão mostradas) acho que deverei colocar uma cópia aqui.

      @miguelcortereal, com esta sua publicação está a tentar fazer “campanha” contra o acordo ortográfico de 1990? Se a resposta for sim, acho que deverá fazê-lo noutro local. Se a resposta for não, pergunto o que é que a comunidade WordPress poderá ganhar quer com esta partilha, que com o seu comentário à mesma?

    • miguelcortereal 22 Mai 2016, às 12:50 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Caríssimo, lamento que esteja ser um grande incómodo para si não encontrar o WordPress traduzido como o seu patrão quer.

    • Álvaro Góis 23 Mai 2016, às 10:38 Permalink | Inicie a sessão para responder

      @miguelcortereal e @vitormadeira: de certeza que a Comunidade concordará comigo que este não é local para discussões nos termos em que a estão a fazer. Aliás, pessoalmente tenho muitas dúvidas de que ESSA discussão que estão fazer seja sequer para esta Comunidade. Não nos cabe, creio, discutir os méritos ou deméritos do AO90. Excepto no que diga respeito às traduções e à vontade expressa da própria comunidade.

      Este assunto é demasiado polémico para abrirmos excepções de discussão. (Lembro-me que a primeira vez que o levantei até idiota me chamaram, e não quero que isso aconteça de novo, em quaisquer termos e seja com quem for.)

      Em relação às questões levantadas pelo @vitormadeira, elas não são despiciendas e, como referi, já anteriormente foram colocadas. Nessa altura houve uma auscultação da comunidade, que se pronunciou. De maneira que a versão oficial do WordPress em Português de Portugal se manteve com a grafia pré-AO90.

      Mas não é verdade que o WordPress e respectivos plugins e temas não possa ser mantido com a ortografia do AO90, na medida em que, mesmo sem a utilização do PT Variants, todos os ficheiros são transferidos para a máquina do utilizador, que poderá convertê-los para a grafia do AO90. Basta usar o Lince, convertendo os .po originais e gerando novos .mo, p.e., com o PoEdit. É claro que para impedir a substituição destes ficheiros numa nova actualização, será necessário desactivar as actualizações automáticas de traduções. Não é o processo mais cómodo, é certo, mas é possível para quem queira. E certamente haverá outras formas de substituir a leitura dos ficheiros de idiomas originais por ficheiros personalizados, portanto, não há motivo para se estar a apontar o dedo à comunidade por limitar o desejo ou interesse de alguns membros, quando o WordPress é 100% aberto e permite toda uma utilização independente.

      Também já trasmiti ao @vitormadeira que não vai haver nenhuma substituição da variante informal. Essa variante foi importada automaticamente pelo sistema de uma tradução paralela levada a cabo quase exclusivamente pelo @nuno-barreiro. Quando e se ele ou a comunidade entenderem que esta variante deve cair, cairá. Não sei quantas pessoas a utilizam nem se alguém tem interesse em pegar na sua manutenção. Mas foi trabalho que foi feito e ninguém tem o direito, acho eu, de o eliminar ou substituir.

      Quanto à variante AO90, que ficou temporariamente assegurada no WordPress pelo plugin PT Variants, ela virá a ser integrada também no fluxo que gere as traduções do WordPress e de muitos temas e plugins. Acontece que a plataforma que gere as traduções sofreu grande alterações nos últimos meses, de que a integração de variantes, temas e plugins é apenas a face visível. Ainda se está a trabalhar para integrar uma gestão eficiente das variantes, e o principal objectivo é que a gestão das ortografias não ponha em causa a consolidação da tradução portuguesa de Portugal, que implicou e implica um trabalho permanente de muitas pessoas.

      Para terminar: na minha opinião, a versão oficial deve manter-se com a ortografia pré-AO90, porque a decisão de adoptar uma nova ortografia não pode ser imposta, tem de ser uma decisão consciente de cada um. E isso terá de implicar uma escolha. Em termos operativos, a verdade é que existem procedimentos quase automáticos que permitem converter a ortografia antiga, mas não o inverso. pelo que é mais simples manter a variante AO90 a partir da pré-AO90 do que o oposto.

      • Vitor Madeira 23 Mai 2016, às 10:51 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Alvaro, sabes bem o apreço que tenho por ti e o sentimento de “Mentor” que nutro, porque és daqueles que me tem permitido aprender mais seguindo os teus exemplos, debates, ajudas, etc., mas tens que me permitir este comentário crítico a uma questão muito pontual sobre a forma como permamentemente marcas a tua posição pessoal em relação ao acordo ortográfico no seio da comunidade:

        Deverias colocar-te de forma *** neutra*** em relação a isso, pelo menos, quando respondes como representante da comunidade.

        Tens, obviamente total direito à tua opinião pessoal, mas o facto de a colocares sempre presente nas tuas respostas, obviamente de desvirtua o equilibrio que seria de esperar por parte de quem representa a comunidade (que é constituída pelos que necessitam de escrever segundo o acordo de 1990, quero gostem, quer não, bem como pelos que decidem – e podem – não o fazer).

        Olha para mim, neste aspeto, não como alguém que vem aqui “defender” o acordo (porque não venho) mas sim como alguém que é profissional, com capacidades e poderes para influenciar as chefias na possibilidade de utilizar o WordPress nos seus projetos oficiais e que depois encontra barreiras básicas a este nível que, a bem da neutralidade, não deveriam existir.

        Eu também sou contra racistas, mas até acredito exista quem o seja e se use do meu trabalho de contributos em prol do WordPress para criar websites com cariz xenófobo ou até racista.

        Posso fazer algo contra isso? Certamente que devo, mas não aqui, porque aqui, é espaço para todos os que pretendem usar o script e os seus recursos (desde que obviamente não venham para aqui fazer as suas campanhas pró ou contra racismos)

        Aqui fala-se de scripts, plugins, traduções, meetups, WordCamps, etc., certo?

        Neutralidade precisa-se!

        • Álvaro Góis 23 Mai 2016, às 11:00 Permalink | Inicie a sessão para responder

          @vitormadeira, é a última vez que vou responder a isto e falar sobre isto contigo porque, claramente, não estás a avaliar correctamente o que lês e/ou o que escreves: a primeira pessoa que levantou a questão do AO90 no seio da comunidade fui eu. A primeira pessoa que levou com críticas e até insultos sobre colocar a hipótese de se adoptar o AO90 na tradução do WordPress fui eu. Portanto, não digas que a minha opinião pessoal sai em cada comentário porque isso é simplesmente falso. Aliás, se pensasses um bocadinho irias questionar-te porque raio é que um tipo que tem uma opinião tão crítica em relação ao AO90 se deu ao trabalho de chatear outro tipo para fazer um plugin que permitisse haver AO90 no WordPress? Se há alguém desta comunidade que se tem preocupado em solucionar a necessidade de haver uma integração da variante AO90 sou eu, pergunta a qualquer membro das traduções e terás a tua resposta.

          Reitero o que escrevi: a tua abordagem não está a ajudar à resolução do problema, está apenas a criar um ambiente de tensão desnecessário e um esgrimir de argumentos que em nada ajudam a questão.

          • Vitor Madeira 23 Mai 2016, às 12:04 Permalink | Inicie a sessão para responder

            Oh pah… Sinceramente, és das pessoas que mais me tem ajudado e não queria que ficasses “de ponta” comigo… (a minha critica não foi à tua pessoa mas sim ao teu argumento!)

            Raios… Ficares mal por causa de mim… Isso é que não… 🙁

            Fazes-me ver que criei um ambiente de tensão, pois provavelmente não me dei conta e, claro, não seria minha intenção chegar a este ponto… Publicamente, eu me retrato, porque acho que devo, e porque se por minha causa te deixei menos bem, quero mesmo fazer tudo o que deverá ser feito para reverter essa situação.

            Mereces obviamente um apreço muito especial da minha parte. Que não hajam dúvidas quanto a isso Alvaro.

    • Vitor Madeira 23 Mai 2016, às 10:43 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Já viu se eu agora respondesse assim: “Lamento que esteja a ser um grande gozo para si utilizar os espaços da Comunidade Portuguesa de WordPress para debater assuntos que não dizem respeito à comunidade (embora possam dizer aos seus utilizadores).”

      A comunidade tem que ser neutra no que respeita à questão do Acordo Ortográfico de 1990. (os seus membros, de forma individual, têm todo o direito de o não ser, mas, a meu ver, não têm o direito de vir para aqui fazer “campanha” de divulgação de opiniões “pró” ou “contra”.)

      O WordPress é um software que serve para auxiliar os profissionais de pretendem gerir sites internet, independentemente das políticas que uns aceitam ou não para a ortografia.

      O meu “patrão” (infelizmente, ou, felizmente no meu caso porque é quem me traz sustento à família) é a mesma entidade que, bem ou mal, gere as estradas onde você viaja, cria as leis que você é obrigado a cumprir, mesmo que não esteja de acordo com elas, ou seja, é o Estado Português.

      Está pejado de defeitos? Sim, está, e não sou eu que irei aqui estar a defender ou a criticar quem tem andado a gerir o Estado onde nasci e decidi viver, porque nem é aqui o local para esse debate.

      Mas é a imposição que é colocada a este grupo de profissionais: “Tendes que trabalhar segundo esta ortografia”

      Vou eu agora revoltar-me contra a decisão superior e dizer adeus ao meu emprego devido a esta questão? É um opinião pessoa e vale o que vale, mas a minha resposta é “não”.

      Por favor, opine a favor ou contra o acordo fora daqui. Faz um favor à comunidade. Obrigado.

    • Luís Miguel Sequeira 23 Mai 2016, às 13:27 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Julgo sinceramente que se trata de uma questão encerrada, pelo menos no que concerne o WordPress.

      Não «concordo» que tenha de haver «neutralidade»; aprendi, mais pela experiência do que pela filosofia, de que não existem pessoas «neutrais»: todos temos a nossa agenda própria. A melhor forma de exprimir neutralidade não é «exigir» que as pessoas sejam «neutras» (o que é impossível; e mesmo a noção de «mais neutro» ou «menos neutro» indica que existe uma gradação da neutralidade, o que para mim é absurdo: ou há neutralidade, ou não há — não existe «neutralidade relativa») — mas sim garantir que se possa expressar uma pluralidade de opiniões. Em média, pois, o resultado será neutral…

      Mas deixemo-nos de filosofias. Há aqui um problema concreto, bem objectivo, e que é informático — e não jurídico, legalista, político, activista, ou sequer «ortográfico»: é que só pode existir uma versão de português «oficial» (do ponto de vista puramente informático e mais nenhum), deixando-se as variantes para plugins e/ou outros métodos de implementar variantes linguísticas.

      A ortografia da língua portuguesa de 1945 é, regra geral, única — as variantes foram, salvo erro, em todos os casos, eliminadas (propondo-se uma grafia única nesses casos). Todos os países de língua portuguesa excepto o Brasil mantiveram esta ortografia em vigor (o Brasil formalmente revogou o acordo em 1955 e propôs a sua própria variante …— mas esta também não admite «duplas grafias» mas sim uma grafia única). Isto é importante para quem implementa informaticamente a tradução de um software, porque significa que a tradução é unívoca (em termos de grafia, mesmo que não o seja em termos de vocábulos).

      O chamado «acordo ortográfico de 1990» introduz uma impossibilidade informática: a possibilidade de múltiplas variantes, conforme a interpretação que o falante de língua portuguesa faça do alegado acordo. Isto, obviamente, não pode ser implementado de forma única num software como o WordPress. Em vez disso, é preciso assegurar um sistema — externo ao próprio WordPress, ou seja, através de plugins, ficheiros de tradução, etc. — que permita ao utilizador escolher qual a variante que prefere. É por isso que grande parte da administração pública, assim como os grandes meios da comunicação social e as editoras, não «usa» o AO90. Usa, isso sim, o conversor Lince. Como o português de 1945 é único, escreve-se em português, que o Lince converte — também de forma única, ou melhor, unívoca — para uma variante do AO90. A variante, neste caso, escolhida pela Knowledgeworks, a empresa informática escolhida para desenvolver o Lince. E na verdade escolheram várias variantes: à medida que foram lançando versões novas, a variante do AO90 ia mudando (agora o ILTEC, que supostamente «controla» o que é que a Knowledgeworks anda a fazer, resolveu retirar as versões antigas do Lince e renomeou a versão actual — de 2011 — de «1.0», provavelmente porque andaram a ler os meus artigos a denunciar o problema… 😉 ). Tudo isto não só é perfeitamente legal como permitido: não há nada no AO90 que proíba as pessoas de escreverem de acordo com a variante de que gostam mais. Na realidade, o Lince até é demasiado restritivo: impõe certas «regras» que na realidade são facultativas e opcionais e que seriam, pois, desnecessárias para quem escreve português de 1945.

      Ora isto significa que se coloca um dilema a quem queira traduzir o WordPress (ou qualquer software) para «português». Terá sempre de escolher a variante que prefere. Não refiz ainda as minhas contas (é um exercício engraçado!), mas tenho uma vaga ideia de que existem potencialmente 788657867364790503552363213932185062295135977687173263294742533244359449963403342920304284011984623904177212138919638830257642790242637105061926624952829931113462857270763317237396988943922445621451664240254033291864131227428294853277524242407573903240321257405579568660226031904170324062351700858796178922222789623703897374720000000000000000000000000000000000000000000000000 variantes diferentes (penso que não me enganei a fazer copy & paste). Evidentemente que não há nenhum software que possa replicar todas estas variantes: terá de se escolher aquela de que o utilizador mais gosta.

      O utilizador «administração pública» (assim como os media, as editoras, etc.) usam a «variante Lince» — o «lincês» — porque evidentemente a última coisa que querem é que os funcionários públicos andem a discutir qual a variante que preferem. Ou que escolham, todos os dias, uma variante diferente. Ou que cada colega escolha a sua variante, e que depois alegremente andem a discutir qual é a variante que está em vigor nesse dia, ou nesse mês, ou nessa repartição ou faculdade. Por isso, usam o «lincês» e pronto: problema resolvido. Mas o utilizador de WordPress que não trabalhe na função pública e que queira usar o AO90 está livre de escolher a sua variante, até porque pode não concordar com o «lincês» (e terá muitas e boas razões para o não fazer, pois o «lincês», em termos das variantes de português possíveis, é uma das escolha mais fraquinhas — há variantes bem melhores). Ora isto seria obviamente completamente inviável de suportar do ponto de vista estritamente informático — não é possível agradar a gregos e a troianos, quando cada português reivindicar a «sua» variante como sendo a que prefere. Porque tem, de facto, esse direito.

      O melhor que se pode fazer, pois, é partir de uma ortografia fixa, usá-la como base para as traduções, e depois propôr software extra (plugins, language packs…) para as variantes todas do AO90. Evidentemente que a versão fixa da ortografia do português mais recente (e que, por sinal, até é usada diariamente por cerca de 40 milhões de pessoas — excluindo-se os habitantes do Brasil, que têm a sua própria variante ortográfica fixa, e os quase 2 milhões de falantes de «lincês», que não sabem escrever essa variante ortográfica, mas felizmente não precisam, porque têm um conversor à mão…) é a de 1945, e é essa que se usa no WordPress. Não por uma questão ideológica, mas meramente por uma questão prática e pragmática: do português de 1945 podem-se derivar todas as variantes possíveis previstas no AO90, mas o inverso, como é óbvio, é completamente impossível.

      Fará sentido eventualmente incluir o «lincês» como uma variante quase-fixa da ortografia portuguesa, já que o Lince, com as sucessivas versões, vai adoptando variantes diferentes (logo, não é uma variante fixa, mas é tão fixa como a variante do português do Brasil, que de vez em quando — ao fim de duas ou três décadas — também sofre alterações); mas como estas não são lançadas com muita frequência — a última, como disse, é de 2011 — significa isto que pelo menos durante uns anos é provável que se mantenha como a variante «mais popular» da ortografia portuguesa. Penso que é esta a atitude adoptada por quem mantém o plugin PT-Variants — sempre que sai uma versão nova do Lince, toca a actualizar o PT-Variants, mas a verdade é que isso não acontece assim com tanta frequência como isso (no período 2009-2011 saíram imensas versões, mas agora parece que «estabilizaram» — ou deixaram de ter fundos para manter o software actualizado, o que é a mesma coisa, da nossa perspectiva). E esta é, a meu ver, a atitude correcta.

      É irrelevante que o Acordo Ortográfico de 1990 seja ou não assinado por mais ninguém, ou que as leis que o promulgaram e o impuseram a (parte) da função pública sejam inconstitucionais ou não. Essa «briga» deixamo-la para os activistas e políticos. Do nosso ponto de vista, o que precisamos é de uma versão mais ou menos fixa da ortografia portuguesa e que possa ser facilmente convertível (por software) numa versão «legal» do AO90. Isto é o que temos de momento a funcionar no WordPress, e é assim que se deve manter.

      Se efectivamente o AO90 for abolido de vez (se é que legalmente entrou em vigor…) e for substituído por uma nova grafia fixa da língua portuguesa, desta vez não permitindo variantes, então poderá fazer sentido reabrir a discussão e voltar a repensar esta decisão. Mas até isso acontecer penso que não valha a pena andarmos a especular. Já dá uma trabalheira dos diabos manter a versão actual do português de 1945 e do «lincês» de 2011, quanto mais pensar nos restantes quadriliões de variantes possíveis, ou num futuro que não sabemos se alguma vez irá existir. Preocupemo-nos, sim, com o presente, que já nos dá pano para mangas…

      • Vitor Madeira 23 Mai 2016, às 14:51 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Puxa vida… Tenho que tirar uma pós graduação para conseguir acompanhar isso tudo.

        Acho que fiquei perdido… :/

      • Vitor Madeira 24 Mai 2016, às 9:34 Permalink | Inicie a sessão para responder

        @Luís Miguel Sequeira, vou citar a sua última frase para deixar a minha opinião em como este seu “tratado informático de recusa em implementar o acordo ortográfico no WordPress” não é válido:

        “Preocupemo-nos, sim, com o presente, que já nos dá pano para mangas.”

        Ora pegando precisamente no “presente”, e visitando a página de idiomas em wordpress.org, verificamos que atualmente existem duas variantes de idioma de Português de Portugal disponíveis para descarregar: a) Portuguese (Portugal) b) Portuguese (Portugal) – Informal

        Aparentemente, a variante “Portuguese (Portugal) – Informal” também deveria seguir o seu raciocínio acima se tomarmos em consideração a sua “tese” de manter tudo debaixo da perfeição, não é?

        Pois, mas não é o que acontece.

        A versão “Portuguese (Portugal) – Informal” – Nem está totalmente traduzida (está a pouco mais de 75%, sabe-se lá há quanto tempo; – É gritante verificar que as strings que contêm o termo “aquivo” (utilizado pelos brasileiros para se referirem ao termo que designa o conceito “ficheiro” – e não o conceito “arquivo” de arquivar) foi aprovado! – Não parece que alguém esteja a tomar conta daquilo (se estiver, acuse-se e estarei cá para ajudar!); – Não parece que alguém pareça necessitar daquilo para oque quer que seja. – Parece abandonado.

        Ora, não me parece assim que exista um tão grande stress em manter aquela versão, mesmo considerando que está uma autêntica lástima, certo?

        PERGUNTO: Então porque poderia existir algum stress em criar uma versão conforme a ortografia do acordo ortográfico, mesmo considerando que não ficasse perfeita? (especulo que o grau de imperfeição ficaria baixo dos 1%)

        O seu texto tão extenso para tentar mostrar que a implementação do acordo ortográfico parece ser um pesadelo, não tem razão de ser. É certo e sabido por todos que NADA do que o ser humano produz é, ou será alguma vez, perfeito.

        A ortografia de Salazar (aprovada em 1945 e atualmente defendida pelos que não aceitam o acordo de 1990) também não é perfeita, mas mesmo assim muitas pessoas usam-na e comunicam-se. (e não estou aqui para critica-las!)

        O acordo de 1990 também não foge à regra das imperfeições criadas pelos humanos.

        A minha proposta, é: Se for criada uma versão de idioma conforme o que temos hoje do acordo ortográfico, claro que também obteremos algo por aperfeiçoar, mas permita-me discordar desse número absurdo que tentou utilizar no seu comentário para servir como “documento” para me contradizer, porque o que obteremos será algo que já será possível ser utilizado por quem necessita de ter o Núcleo, os Plugins e os Temas segundo o acordo ortográfico de 1990.

        Será perfeito? Não, não será.

        Será uma ferramenta preciosa para auxiliar todos os que neste momento se encontram no mesmo buraco que eu? Certamente que sim.

        Haja vontade (e neutralidade) por parte da comunidade para agir conforme as (várias) necessidades dos membros da própria comunidade.

        (e, claro, deixando que os membros da comunidade tenham as suas respetivas posições críticas ou favoráveis, portanto não neutras, em relação a este assunto. Aos individuos que participam na comunidade, é ótimo que tenham as suas posições, mas à comunidade, é obrigatório que seja neutra.)

        Haverá vontade? Espero que sim.

        O WordPress não pode ficar refém de fações. É um software demasiado especial para ficar no meio de duas trincheiras que parecem não estar a permitir dar um pequeno passo no sentido de desbloquear uma legítima necessidade por parte de uma considerável parte dos seus utilizadores.

  • José Freitas 18 Apr 2016, às 14:08 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto

    WordPress em 2 rodas é o nome da apresentação de Miguel Barbot no meetup WordPress do Porto de Abril. Será no dia 28, a última quinta-feira do mês, pelas 19h00, no Café da Praça, em Matosinhos.

    Na apresentação será abordado o WordPress como ferramenta de apoio ao Marketing e o stress de implementar uma nova versão do site sem perder ou estragar três anos de conteúdos.

    Se nada houver a opor será apresentado como um meetup da comunidade dentro de dias.

     
  • Gonçalo Marques 1 Apr 2016, às 13:15 Permalink |  

    O 4º Meetup WordPress em Aveiro está agendado para 11 de Abril. Marco Pereirinha vai dar umas dicas de como preparar uma máquina para desenvolvimento em WordPress.

    Se nada houver a opor, iremos divulgar o evento no meetup.com e no facebook. O local será na nova Fusion Co-Work (o espaço do último meetup) e está previsto começar às 19h. No final haverá o habitual jantar para quem quiser.

     
  • José Freitas 13 Mar 2016, às 8:40 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto a 31 de Março

    WordPress e Docker é o tema do próximo Meetup WordPress do Porto. Está marcado para o dia 31 de Março, a última quinta-feira do mês, pelas 19h00, no Café da Praça, em Matosinhos. Ricardo Lobo vai abordar o uso de Docker para receber projectos WordPress, os potenciais obstáculos e as vantagens. Se nada houver a opor será apresentado como um meetup da comunidade dentro de dias.

     
  • Rogério Moreira 12 Mar 2016, às 19:37 Permalink |  

    Próximo Meetup WordPress Braga dia 19 de abril 6 de Abril às 19:00.

    Tema FrontPage Builder: construção de um plugin para gerir Homepages de sites de media Dada a utilização do plugin Pods e a necessidade de destacar conteúdo na homepage com regras muito específicas, não foi encontrado na comunidade um plugin que servisse todos os objetivos. Esta talk pretende apresentar os desafios colocados pelo cliente para a gestão da sua homepage e e a estratégia seguida pela equipa para os ultrapassar.

    Orador Luís Silva – coordenador técnico do projeto Dinheiro Vivo. Profissional na área de engenharia de software há mais de 10 anos na Eurotux, já trabalhou em projetos de grande dimensão como intranet do IPMA (antigo Instituto de Metereologia) ou o site do jornal Expresso.

    Local: GNRation, Praça Conde de Agrolongo, Braga

     
  • antoniogarcia 7 Mar 2016, às 12:11 Permalink |
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    Primeiro meet up wordpress em Vila Real confirmado para dia 22 de Março pelas 19 horas no Tralha, Bar & Restaurante de tapas.
    O Tema será “Importância do Content Marketing”.
    Fica aqui o link para inscrição:
    http://www.amdouro.pt/2016/03/02/meetup-wordpress/
    Fica aqui tambem o link do evento no facebook:
    https://www.facebook.com/events/1133915733285278/
    Ficamos á vossa espera.

     
    • José Freitas 7 Mar 2016, às 12:31 Permalink | Inicie a sessão para responder

      @antoniogarcia há aqui uns aspectos a considerar:
      Quem é a AMDouro e porque se apresenta como organizadora do meetup?
      Um meetup WordPress deve ser organizado pela comunidade e não por uma entidade que embora sem fins lucrativos não tem histórico de ligação à comunidade WordPress. Esta ligação pode ser interpretada como um endosso da comunidade e do WordPress à associação.
      A existência de um tema definido contraria o enunciado na declaração de intenções que apresentaste há algumas semanas. Ainda para mais com o título que tem e com a organização agora anunciada.
      Tem em consideração aquilo que consta nesta área do blog de Community do WordPress, sobretudo a primeira parte.
      Tal como o evento se apresenta agora, não reúne condições para ser um meetup WordPress com o apoio da Comunidade Portuguesa de WordPress.
      Continuamos ao dispor para esclarecer todas as dúvidas e ajudar no que precisarem.

      • antoniogarcia 7 Mar 2016, às 12:46 Permalink | Inicie a sessão para responder

        A AMDouro é uma associação de marketing que eu e o meu colega João Guedes criamos, para dinamizar eventos de marketing na zona de trás-os-montes e alto douro e por isso a pusemos como organizadora. Relativamente ao tema, não foi feita qualquer alteração, continua a ser “Importância do Content Marketing”, a única coisa que tivemos que alterar foi mesmo a data para dia 22 de março.

        • José Freitas 7 Mar 2016, às 13:15 Permalink | Inicie a sessão para responder

          O essencial daquilo que abordei mantém-se. Tal como a citação feita pelo @marco-pereirinha.
          Não há qualquer problema de associações ou outras entidades, com ou sem fins lucrativos, se envolverem com a comunidade. Antes pelo contrário. Mas esse envolvimento deve ser numa lógica de devolver algo à comunidade e ao WordPress.

    • Marco Pereirinha 7 Mar 2016, às 12:32 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá @antoniogarcia. Antes de mais, parabéns pela capacidade de iniciativa de levar o WordPress um pouco mais longe, desta feita, até Vila Real.

      Não sei se fazes parte da organização ou não, mas aqui vai um heads up, que é importante observar. Para ajudar a organização de meetups sobre WordPress há um guia de boas práticas disponível em https://make.wordpress.org/community/meetups/. É útil para que as coisas corram pelo melhor e em harmonia. Caso ainda não o tenhas lido, aproveita agora. 🙂

      Além de outras coisas, ele enumera 5 regras de boa fé… e a primeira não parece estar a ser observada pela organização do meetup de Vila Real.

      Citando: 1. WordPress Meetups are for the benefit of the WordPress community as a whole, not specific businesses or individuals. All actions taken as an event organizer are with the best interest of the community in mind.

      Fim de citação.

      Em síntese, a AMDOURO não pode organizar um meetup.

  • valerio 4 Mar 2016, às 11:11 Permalink |
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    O terceiro meetup WordPress em Aveiro está agendado para o dia 14 de Março na Fusion CoWork. Hugo Cavaleiro vai falar-nos sobre como criar um site em WordPress e alguns plugins que ele usa nas suas instalações. É um meetup para todos os que se querem iniciar a construir um site. Segunda-feira pelas 19h, haverá jantar depois do meetup em que estão todos convidados! Se nada houver a opor anunciaremos nos próximos dias.

     
  • antoniogarcia 18 Feb 2016, às 17:00 Permalink |
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    O primeiro meetup WordPress em Vila Real está agendado para dia 8 de Março, uma terça feira.
    Dado o crescente interesse em discutir assuntos relativos ao wordpress em Vila Real, decidimos que é altura de dar inicio a este projeto, e esperar que este seja o primeiro de muitos meetups.
    Visto ser o primeiro meetup, iremos explicar o conceito do projeto, dar lugar a dúvidas e/ou sugestões que possam surgir e seguidamente proceder a uma apresentação sobre a “Importância do Content Marketing”.
    O inicio será às 19h no Tralha, Bar & Restaurante de tapas.
    A seguir ao meetup, para aqueles que quiserem teremos um espaço de networking, acompanhado de um bom jantar transmontano.
    Ficamos á vossa espera.
    Muito em breve partilhamos aqui o link para inscrição.

     
  • José Freitas 10 Feb 2016, às 12:01 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto

    “Da proposta ao protótipo: a anatomia de uma aplicação desenvolvida em WordPress” é o tema do próximo Meetup WordPress do Porto. Será apresentado e desenvolvido por Vítor Silva, que todos os dias efectua a gestão de projectos envolvendo WordPress para a empresa na qual trabalha.
    O meetup realiza-se na última quinta-feira do mês, dia 25, pelas 19h00, no Café da Praça, em Matosinhos.
    Se nada houver a opor, será apresentado oficialmente na sexta como um evento da comunidade.

     
  • José Freitas 2 Feb 2016, às 16:48 Permalink |
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    Habemus WordCamp Porto 2016

    https://2016.porto.wordcamp.org/hello-world-outra-vez-carago/

     
  • José Freitas 12 Jan 2016, às 8:23 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto

    Está previsto para quinta, 28 de Janeiro (19h00), o próximo Meetup WordPress do Porto.

    Desta vez, em foco, estará o desenvolvimento de campos personalizados, formulários e componentes meta para WordPress, usando, em concreto, o CMB2.

    Com apresentação de Ricardo Correia, a sessão, com o nome “CMB2 WordPress à tua medida”, vai decorrer em Matosinhos, em local a informar oportunamente. A participação, como sempre, é livre.

    Se nada houver a opor, será anunciada em breve como evento da comunidade portuguesa.

     
  • José Freitas 12 Jan 2016, às 8:23 Permalink |  

    Meetup WordPress do Porto

    Está previsto para quinta, 28 de Janeiro (19h00), o próximo Meetup WordPress do Porto.

    Desta vez, em foco, estará o desenvolvimento de campos personalizados, formulários e componentes meta para WordPress, usando, em concreto, o CMB2.

    Com apresentação de Ricardo Correia, a sessão, com o nome “CMB2 WordPress à tua medida”, vai decorrer em Matosinhos, em local a informar oportunamente. A participação, como sempre, é livre.

    Se nada houver a opor, será anunciada em breve como evento da comunidade portuguesa.

     
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