Actualizações de Luís Miguel Sequeira Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado

  • Luís Miguel Sequeira 26 Sep 2011, às 18:12 Permalink |
    Etiquetas: telemóveis   

    No WordCamp Lisboa 2011, numa curta conversa num pequeno grupinho em torno do Isaac Keyet, criticou-se um pouco a apresentação dele por ser «banal»: toda a gente sabe que hoje em dia ter um site implica pensar nos utilizadores móveis, o que se esperava (para além de mencionar o WP Touch…) era um conjunto de guidelines e sugestões para theme developers terem em conta que os seus themes vão ser vistos em browsers com muito menos pixeis do que estão habituados, e como devem lidar com isso. Essa informação deveria ser pública e extensa (e.g. que plugins usar para detectar a origem dos utilizadores, como desenhar o CSS para manter os elementos de estilo que tornam o site distinto mas mesmo assim com boa visibilidade em browsers com poucos pixeis, uma lista de themes já desenhados tendo em conta os utilizadores móveis e que sirvam de inspiração para best practices, links para artigos discutindo a problemática e com propostas de soluções, etc.).

    O Isaac sugeriu — e muito bem! — que o ideal seria que fosse a própria comunidade (e não a Automattic) a propôr esses guidelines e a publicá-los, talvez no Codex, permitindo assim a sua permanente actualização.

    Não sou de todo web designer, e nunca actualizei nada no Codex, pelo que nem sei como é que se poderia começar uma página destas! O que sugerem?

     
    • Luís Miguel Sequeira 26 Set 2011, às 18:33 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Um exemplo (embora seja promocional, claro) do que tínhamos em mente quando falámos com o Isaac: http://www.woothemes.com/2011/09/a-responsive-wordpress-theme/ O artigo da WooThemes não dá propriamente detalhes, mas explica algumas das opções feitas a adaptar o layout para ecrãs de tablets e telemóveis.
    • Álvaro Góis 27 Set 2011, às 10:06 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Não sou programador, por isso pouco poderei dizer sobre o motor. Mas gosto disto. Quanto à apresentação do Isaac, creio que, além das dificuldades de comunicação (que prejudicaram imenso), pode ter parecido desfasada, mas a verdade é que nós estamos num país em que a utilização dos dispositivos móveis está ao nível dos mais desenvolvidos. Algumas das questões que ele levanta muitas vezes não nos passam pela cabeça, como as que se referem aos países menos desenvolvidos e às formas como acedem à internet, saltando a etapa desktop. Por outro lado, a opção pelo responsive design não é unânime. Podemos começar a fazê-la fazer a discussão aqui, por exemplo.
    • MAC 27 Set 2011, às 10:47 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá 🙂 Não sendo nenhum expert, comecei a desenhar sites “mobile” em 2006, já dei algumas cabeçadas e já aprendi uma ou duas coisas com isso… Apesar de ter gostado da apresentação do Isaac, discordo de algumas coisas que ele referiu: Concordo que se deva desenhar um site “mobile friendly”, mas também acho que, em muitos casos, deve existir uma “mobile version” com possibilidade de opção pelo utilizador. É minha opinião (vale o que vale) que na maioria dos casos um utilizador que procura determinado serviço, tem diferentes necessidades enquanto utilizador de um dispositivo “mobile”, ou quando o faz calmamente em sua casa usando um “desktop”. Isto justifica uma diferença entre conteúdos a servir, em detrimento de apenas fazer variar a estética do site por questões de resolução ou tipo de ecrã. – Em tópico próprio terei todos gosto em justificar o meu pressuposto, se alguém tiver paciência para isso. 🙂 No final da apresentação do Isaac tentei questiona-lo sobre isso, mas ninguém viu o meu “braço no ar”, pelo que o fiz em particular já no exterior. 🙂 Ambos esgrimimos argumentos e ambos saímos com as nossas próprias convicções intocadas 😉 – Foi salutar!
    • sergiovieira 3 Out 2011, às 11:27 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Para quem usa a framework Thematic pode adicionar um destes layouts à respectiva pasta e obter facilmente um tema responsive (não esquecer depois afinações ao nível das imagens, outros elementos, etc.). Foi o que usei aqui e aqui.
      • Álvaro Góis 3 Out 2011, às 21:58 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Gostei. Gostei. Mas é disto que falamos quando falamos de montra, não? Soluções, desenho, conteúdos, opções. O texto não é só para encher, @gaspas, é uma forma de alguns menos versados, como moi meme, perceberem o que distingue uma solução de outra. Uma das discussões que tivemos foi precisamente no sentido de saber como escolher um site para incluir na montra, como o divulgar, o que dizer aos (e dos) autores. Acho que não precisamos de um guião muito rígido, mas algumas questões básicas podem ajudar-nos a estruturar um artigo para apresentar. Quanto à submissão, até agora tem sido na base do “olha, descobri que isto é WordPress… ficava bem na montra, não?”. E depois discute-se. Algumas coisas ficaram em stand by por falta de tempo. Acho que a malta não se deve acanhar. É propor.
    • Vitor Carvalho 3 Out 2011, às 13:17 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Desculpem este offtopic, mas não tenho conta para criar um novo thread. Tenho uma pergunta: qualquer um pode pedir uma submissão de sites feitos por si em WordPress aqui http://pt.wordpress.org/ no Showcase?
      • Luís Miguel Sequeira 3 Out 2011, às 17:45 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Não acho que seja nada offtopic! De facto liga-se à mesma questão: o espaço para dar exemplos de guidelines para criação de temas etc. também deveria mostrar exemplos de sites nacionais e estar de alguma forma integrado no Showcase… A minha única dúvida tem a ver com “critérios” 🙂 Eu diria que pelo menos o tema deveria ser original, ou, sendo um trabalho derivativo, que apresente alterações substanciais ao original. Isto principalmente para evitar sites de splogging feitos com o Twenty Eleven e apresentá-los como “trabalhos originais de portugueses” 😉 Mas isto é apenas uma opinião minha, claro.
        • Lopo 3 Out 2011, às 17:53 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Eu acho que os critérios deveriam ser também a originalidade do conteúdo e/ou do uso que se faz do WP. O design até pode ser pouco modificado mas o que está por debaixo do pano ter grandes alterações e desenvolvimentos. O importante é explicar-se o que se fez porque isso é que pode fazer um site ser exemplo ou não.
      • Zé Fontainhas 3 Out 2011, às 18:41 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Vítor, para poderes criar tópicos aqui, basta registares-te.
      • Lopo 3 Out 2011, às 19:21 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Não sei se é só comigo mas o site https://wordpress.org/showcase/ não carrega o CSS.
      • gaspas 3 Out 2011, às 20:30 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Quanto à tua pergunta, estive a ver e não encontrei nenhum modo de incluir sites no showcase PT. Não a sei se será algum filtro do .org ou se será uma área mais select. Quando á inserção de sites em WordPress PT penso que deveriam preencher uns requisitos ou pelo menos que fossem originais ou de themes modificados. Penso que seria bom para a comunidade mostrar o que se pode fazer e o que já se faz por cá com o WordPress.
  • Luís Miguel Sequeira 26 Sep 2011, às 18:05 Permalink |
    Etiquetas: , wordcamp lisboa 2011   

    Rescaldo do WordCamp Lisboa 2011 — com os meus votos de felicitações de toda a equipa que primorosamente o organizou. Muitos parabéns! Espero que os organizadores tenham passado o domingo todo a dormir (bem o merecem!) e que agora estejam prontos para regressar “à vida activa”.

    E agora a auto-promoção em modelo de shameless plug sobre a minha percepção do WordCamp Lisboa 2011: http://arundel.wordpress.com/2011/09/26/wordcamp-lisboa-2011-%E2%80%94-um-resumo/ 😉

    Fica também um comentário que prometi lançar como discussão aqui no Palheta:

    “Ficou lançado o desafio de expandir a comunidade portuguesa WordPress e eventualmente de criar o nosso próprio directório de empresas e serviços, talvez de forma mais informal e com menos rigor que o Code Poet, para que futuros levantamentos de mercado como o que eu fiz não retornem zero (ou quase zero…) hits no Google.” Isto seria idealmente uma página no wp-portugal.com, ou um sub-site tipo directorio.wp-portugal.com — a dificuldade maior será a de selecção e filtragem. Se o acesso for free for all corre-se o risco dos spammers “tomarem conta” do directório. Se for um acesso que requeira filtragem manual, para além de requerer trabalho voluntário, há depois o problema de lidar com o «favoritismo» e a «concorrência» (i.e. se eu for o moderador, e vender plugins para o WordPress, terei uma tendência a tentar evitar que os meus concorrentes se registem no directório arranjando todo o tipo de justificações).

     
    • Lopo 26 Set 2011, às 19:42 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uma solução poderia passar por um sistema semelhante ao do NetworkBlogs, no Facebook, para confirmação de autoria de um blogue. Todos os utilizadores registados poderiam colocar os seus sites no directório e teriam de pedir a n outros utilizadores registados para
      • Lopo 26 Set 2011, às 19:45 Permalink | Inicie a sessão para responder

        … que os confirmassem. Após esse passo passavam a figurar activos no directório e teriamos de adicionar uma forma de os utilizadores os poderem marcar como inapropriados e assim menos voluntários teriam de andar a verificar.
    • Álvaro Góis 27 Set 2011, às 10:17 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Gosto particularmente da sugestão para que se pare de inventar a roda no que toca ao desenvolvimento de CMS (que não têm viabilidade comercial e exigem demasiados recursos), e “nos” concentremos na criação de temas e plugins que possam ser comercializados a nível global, como acontece com o WordPress. Quanto ao diretório, exige alguma discussão dentro da comunidade sobre a forma de entrada. Ou então ser livre. Não há solução perfeita. Mas é uma boa ideia.
    • Luís Miguel Sequeira 28 Set 2011, às 8:53 Permalink | Inicie a sessão para responder

      @Álvaro Góis — yep 🙂 Mesmo que os plugins assim desenvolvidos não tenham valor comercial sempre é código que se pode contribuir para a comunidade; nunca se sabe quem achará o código útil. Claro que coisas bem mais complexas como o WooCommerce têm obviamente valor comercial 🙂 (e mesmo assim a WooThemes oferece-o!). Mas este modelo de desenvolver profissionalmente para o WordPress — usar o “pretexto” de criar um site personalizado para o cliente que necessita de funcionalidade ainda não existente no WP que leva à criação de plugins/temas novos para suprir essa necessidade — é muito eficaz e justificada comercialmente. Uma empresa para a qual trabalho há uma dúzia de anos que “financia” o seu próprio CMS dessa forma. Começou com muito poucos features, e à medida que os clientes queriam nova funcionalidade, apenas essa era desenvolvida (e paga!), mas depois aproveitada por todos os utilizadores futuros. (Há anos que lhes digo que deviam poupar tempo e desenvolver apenas plugins para WordPress… só recentemente é que fizeram a sua primeira “venda” de uma solução em WP, muito simples por sinal, mas pode ser que os encoraje a trabalhar mais com o WP…). Confesso que sou um fã deste modelo de “open source com desenvolvimento financiado pelo cliente” 🙂
  • Luís Miguel Sequeira 18 May 2011, às 19:21 Permalink |
    Etiquetas: , link   

    … e, já agora, como traduzem link? O glossário brasileiro também não faz sugestões. Antigamente usava-se mesmo “hiperligação”, mas isso hoje em dia é muito pedante…

     
  • Luís Miguel Sequeira 18 May 2011, às 19:18 Permalink |
    Etiquetas: ,   

    Como têm estado a traduzir sidebar? Painel lateral?

     
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