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  • Vitor Madeira 22 May 2016, às 10:14 Permalink |
    Etiquetas: , , neutralidade., , , traduções   

    Acordo ortográfico de 1990 – A comunidade não pode ser nem a favor nem contra!

    [Venho agora do Slack precisamente porque por lá estou a receber constantes notificações que me dizem que as mensagens mais antigas não estarão disponíveis (provavelmente porque sou um utilizador não pagante do Slack) que achei por bem trazer isto para aqui, nem que seja, só para servir de arquivo.]

    A questão do Acordo Ortográfico de 1990 não deveria tratada por parte dos membros com responsabilidades aqui na comunidade como uma questão de “acho bem” ou “acho mal”. Não deveriam existir fações que representem os que defendem ou os que criticam.

    Dou um exemplo: Sou totalmente a favor da liberdade, respeito e direitos de todas as minorias de pessoas na nossa sociedade. Contribuo bastante para a tradução (principalmente de Plugins porque o Núcleo está todo traduzido) No entanto, sei que boa parte do meu trabalho também poderá ser utilizado por grupos de utilizadores de WordPress que defendam pontos de vista contrários ao meu (os religiosos evangélicos que levam os “santos” domingos a afirmar que os gays merecem o inferno, os neo-nazis que levam os “santos” dias úteis a afirmar que os negros, os ciganos e tantos outros são cidadãos de segunda, entre tantos outros tristes exemplos…)

    Mas a comunidade de tradutores (e de todos os que ajudam a gerir o WordPress em língua portuguesa), traduzem (e trabalham) quer para os que, como eu, defendem os direitos da minorias, quer dos que são de opinião contrária, porque esses também podem fazer download do WordPress e das traduções disponibilizadas pela comunidade e passar a utiliza-las.

    Se existe tecnologia que nos pode ajudar a tornar as coisas o mais neutras possíveis, essa tecnologia deve ser colocada ao serviço da comunidade (e não de quem está a favor ou contra o argumento central)

    Querem ver ao ponto absurdo em que se está a chegar neste tema de batalhar contra o acordo ortográfico nas traduções do WordPress? Eu faço ver o meu ponto de vista:

    Por imperativo profissional, necessito de ter todos os conteúdos dos projetos em que estou a trabalhar com a ortografia segundo a norma de 1990. Venho pedir auxilio aqui porque me dizem que é aqui que se deve pedir auxilio, mas o que recebo é… Enfim, negas e mais negas e argumentos contra o acordo.

    Por favor, reparem que eu não quero debater se o acordo é bom ou se é mau. Eu necessito de trabalhar. Não quero estar à mercê quer dos que defendem, quer dos que criticam. Necessito de estar ao lado de quem quer trabalhar e encontra no WordPress uma ferramenta fenomenal para o efeito.

    AGORA A CONTRADIÇÃO

    Sabiam que existem duas versões da língua portuguesa para traduzir o WordPress? (“Português” e “Português Informal”)

    Ora, sucede que o “Português” é aquele onde as coisas têm vindo a ser trabalhadas por todos, quer os que necessitam de ortografia de 1990, quer dos que preferem a anterior.

    E então o “Português Informal”?

    Não sei! Mas pelo que vejo, ajuizando pelo nível de strings não traduzidas na maior parte dos plugins, bem como a cópia/cola entre muitos casos de “Português” para “Português Informal”, parece que também ninguém faz ideia para que servirá aquilo… (nem os ‘necessitados’, nem os críticos do acordo…)

    Mas já pensaram bem que poderia ser útil tornar esse “Português Informal” numa ferramenta ao serviço de quem se vê a braços de necessitar da norma de 1990 e verificar que não tem nada que lhe sirva de ajuda?

    Críticos do acordo: Vão ‘bater’ em quem faz as leis e não em quem necessita de trabalhar segundo o que as leis ditam.

    Eu não sou legislador, sou cidadão de uma república que aprova leis e me obriga a segui-las, inclusivamente para poder manter o meu posto de trabalho e assim receber o meu vencimento ao fim do mês. Quanto mais não seja, considerem isso. Obrigado.

     
    • Vitor Madeira 22 Mai 2016, às 11:01 Permalink | Inicie a sessão para responder

      No Slack o Álvaro Gois e o Pedro Mendonça indicaram que a intenção da versão “Português informal” era a de disponibilizar uma versão que permitisse a quem pretendesse, ter um modo de tratamento mais informal para com os visitantes dos seus projetos, usando “tu” em vez de “você”.

      Mas fui verificar, e, as strings não estão minimamente convertidas…

      Temos então o seguinte ponto de situação: – Uma tremenda parte de profissionais que usam WordPress necessitam de ter os seus projetos com ortografia segundo a norma de 1990 e apenas dispõem do plugin “PT Variants” (que, para todos os efeitos, apenas ajuda na questão da conversão para a ortografia de 1990 no que respeita ao núcleo do WordPress **e não ao que respeita às strings dos plugins e temas!***)

      E se formos a consultar o andamento da versão “Português informal”, podemos facilmente concluir que não está ao serviço de ninguém. Nem dos que necessitam do “tu” em vez do “você” (porque aquilo está quase tudo como uma cópia integral da tradução “Portugal” com os respetivo “você” todos no mesmo lugar) nem de quem necessita de poder ter uma tradução com ortografia segundo a norma de 1990 diretamente logo nas strings do núcleo do WordPress, bem como nas strings dos plugins e temas.

      Para quem não percebe do que estou a escrever, isto é assim: O plugin “PT variants” (que é uma valiosa ajuda para quem como eu, necessita de ter a ortografia pós 1990 nos seus projetos) apenas serve para obtermos o texto das palavras do núcleo do WordPress, o que exclui logo o texto dos plugins bem como dos temas.

      Se tivermos uma “lingua” disponível para podermos utilizar a ortografia de 1990, então, o trabalho é só um: – Escolhemos essa língua para o nosso WordPress e pronto.

      Se mantivermos as coisas tal como elas estão, então, necessitamos de instalar o (valioso por enquanto) plugin “PT Variants” para o núcleo e depois estar a traduzir os plugins e temas um a um.

      Se mantivermos as coisas tal como elas estão, teremos também esta sensação de olhar para o pacote de língua “Português informal” ali, vazio, sem estar a servir seja quem for…

      Nota muito bem – Não quero com isto dizer que o projeto de linguagem “Português informal” é para acabar. Quero antes dizer que, se existiu força e vontade para criar uma linguagem que poucos ou nenhuns utilizam, também deveria ser disponibilizado um pouco de energia para criar uma linguagem que tantos responsáveis por projetos em WordPress se vêm na necessidade de utilizar, mas que, não têm ao seu dispor.

      Seria interessante obter a neutralidade devida por parte de quem de direito aqui na comunidade para verificar que as coisas segundo este ponto de vista não são apenas a vontade de uma única pessoa, e começar a tomar decisões que possam permitir muitos de nós poderem estar dentro daquilo que a lei exige.

      (e peço até a especial atenção por parte dos que são contrários ao conceito de ortografia pós 1990, é que, com este tipo de implementação, eu não estou a criticar a vossa posição. Batalho ao vosso lado para que possam sempre ter a devida liberdade de poderem afirmar as vossas opiniões, mesmo sabendo que eu próprio posso não estar de acordo convosco, mas isto que proponho é, fundamentalmente, apenas um pedido de (“mais”) neutralidade nesta questão, tratamento igual para com os que desejam ter o tal “português informal” e viver em paz e harmonia convosco no seio da comunidade WordPress.)

      Obrigado.

      • Nuno Morgadinho 25 Mai 2016, às 11:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Os teus pontos principais parecem ser: 1) devia haver uma neutralidade de opinião por parte da comunidade em relação ao AO e 2) devia haver um suporte melhor para quem necessita ter a tradução de acordo com a norma de 1990. Em relação ao primeiro ponto é preciso perceber que não existe uma entidade “comunidade” com posições oficiais. A comunidade é um grupo de pessoas e cada pessoa dá a sua opinião o que é normal. A maneira como a comunidade deve ou não lidar com questões não cabe a ninguém em específico decidir, tal como em qualquer projeto open-source o que vale é quem faz alguma coisa. Em relação ao segundo ponto o que tens a fazer é liderar um esforço para que o suporte seja melhorado. Senão existe faz, se já existe algo, melhora.

        • Vitor Madeira 27 Mai 2016, às 10:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Pois, com efeito, tenho andado com algumas dificuldades em compreender no concreto, o que será “a comunidade”. Para umas coisas, parece ser um “grupo de pessoas agregadas em torno de um mesmo assunto.” (nada a declarar) Para outras, parece que tem um site “oficial da comunidade” (é o que leio em http://www.wp-portugal.com : “É o site oficial da Comunidade Portuguesa de WordPress, uma organização informal que procura divulgar e contribuir para a utilização e desenvolvimento do WordPress em Portugal.”)

          Pronto, mas não quero bater mais nesse ‘ceguinho’ porque acabo por levar mais na carola por não compreender o que tenho que compreender (sem que me seja explicado…)

          Sobre o segundo ponto, pois, estou de acordo. Não quero minimamente que fiquem com a ideia de que quero apenas vir mandar ‘bitaites’ e cruzar os braços. Quero participar, tornar-me útil e fazer coisas, quer as que não existem ainda, quer ajudar a melhorar as que já existem.

  • Álvaro Góis 23 Nov 2015, às 20:09 Permalink |
    Etiquetas: , editores, , , traduções, validadores   

    Gostaria de mobilizar algumas pessoas que conheçam e possam contribuir para o GlotPress para conseguirmos resolver um problema que estamos a ter com as traduções portuguesas. Nos últimos meses houve duas alterações muito significativas na forma de gestão das traduções no WordPress. Por um lado, o WordPress passou a considerar variantes da língua para o mesmo locale, abrindo assim a possibilidade, p.e., a versões formais e informais. Mas, e no nosso caso isso é significativo, também a variantes ortográficas, como a do A090. Por outro lado, a integração de temas e plugins no GlotPress oficial do WordPress.org veio reforçar a necessidade de consolidação de termos e de minorar a mais que provável confusão que se vai instalando.

    Quais são as opções neste momento? A primeira seria ter uma versão AO90 para o WordPress (core, temas e plugins). O problema é que isso iria criar necessariamente problemas de consolidação de termos e de desfasamento. Se é possível criar uma versão AO90 a partir da versão oficial (usando ferramentas offline), e foi isso que fizemos com o PT Variants, a verdade é que não existe ferramenta que faça o caminho inverso. Ou seja, quando tivermos o WordPress pt_PT também a obedecer ao AO90, serão duas versões autónomas, para as quais poderão existir contribuidores diferentes com formulações diferentes. O que é um problema sério, tanto para o resultado final como para a gestão de traduções, de editores e de validadores das traduções. A verdade é que, assim como estamos, com apenas uma versão, já existe um desfasamento tremendo entre as traduções do core, apps, temas e plugins, muitos deles com termos completamente inadequados e, em muitos casos, absurdos.

    Há uns meses comentei num ticket do GlotPress sobre as vantagens de ter alguma forma de integração entre a versão por omissão e variantes no fluxo do GlotPress. Muitas variantes têm apenas ligeiras diferenças face à versão principal, pelo que uma faculdade de edição em paralelo, com cópia da versão principal, minoraria os erros e facilitaria muito a manutenção das traduções. Acontece que, e com alguma naturalidade (consta que não haverá muitos países com variantes suficientemente mobilizados), este ticket não teve tracção suficiente para que houvesse alguma implementação que, admito, não seja simples.

    Uma outra forma de lidar com a questão seria ter em paralelo no GlotPress a versão AO90, mas apenas de leitura. I.e., o core estaria disponível também no AO90. Esta versão poderia ser implementada offline, como o PT Variants, e carregada no GlotPress a cada novo lançamento. Mas não é possível bloquear a edição, pelo que teríamos o mesmo problema de consolidação quando começasse a haver edição em paralelo.

    Não tenho, de momento, uma solução para o problema. Comecei este comentário a tentar arregimentar contribuidores, mas não será fácil. Portanto, o meu objectivo centra-se, pelo menos, em tentar espoletar opiniões diversas e formas de atacarmos isto.

    Não sendo justo impor-se uma norma ortográfica aos utilizadores, e em especial impor-se uma nova norma ortográfica a quem usa a antiga, também é verdade que, havendo essa possibilidade, não parece correcto que os novos utilizadores não possam usar a norma ortográfica advinda do AO90. A disponibilização do PT Variants foi uma forma de atenuar essa falha, numa altura em que o WordPress ainda não reconhecia variantes. Mas agora que reconhece, como é que vamos lidar com isto?

     
    • Álvaro Góis 23 Nov 2015, às 22:54 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Entretanto, o GlotPress está prestes a virar plugin: https://wordpress.org/plugins/glotpress/

      Isso talvez facilite algumas ideias sobre como hackar a coisa…

    • José Freitas 24 Nov 2015, às 14:04 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Embora me prepare para engolir um sapo de um tamanho de um elefante africano, acho que a comunidade deve debater a transição da ‘versão oficial’ para o AO90.

      O período de transição ou já terminou ou termina dentro de meses – em Setembro de 2016 – e não há sinais de qualquer mudança na política actual.
      De resto, creio que a haver alterações estas não irão significar um regresso ao pré-AO90 mas sim a correcção de incongruências do acordo.
      Por muito que me custe reconhecer, podemos estar numa acção de resistência activa mas que não passará de uma luta quixotesca.

      Também não tenho uma solução para este problema.

      Tenho as seguintes sugestões:

      • Debater a mudança da versão oficial do WordPress pt_PT para o AO90 a partir da versão 4.5
      • Se for decidido que deveremos manter o pré-AO90 e for viável a existência de variantes (pré e AO90), as duas versões devem ter os mesmos validadores para manter a consistência (sim, sei qual é a quantidade de trabalho em perspectiva)
      • Implementar no WP Portugal um glossário de termos oficiais e que, dentro do possível, quem traduz plugins e temas deverá fazer por respeitar. Neste aspecto há já algum trabalho feito pelo Pedro Mendonça, do ponto de vista linguístico e técnico, tendo o Carlos Silva já dado alguns passos numa outra opção técnica. Não podemos obrigar ninguém que traduz plugins a respeitar esse glossário mas podemos sensibilizar as pessoas a seguirem essa via.
    • Pedro Mendonça 24 Nov 2015, às 14:16 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Parece-me que a necessidade de adoptar o AO90 dependerá do tipo de site. Provavelmente o site de um serviço público terá muito maior necessidade de cumprir com as novas normas do que um pequeno site em que o autor continue a preferir não mudar. Considerando o que o Álvaro disse sobre a facilidade de conversão dos textos pré-AO90, sendo que o inverso não é possível, continua a parecer-me boa ideia manter a versão original em pré-AO90, com conversão automatizada a cada versão do core.

      Desde que entraram os plugins e temas para a plataforma de tradução que a confusão aumentou, por um lado é bom para a consolidação, por outro é impossível que todos os plugins mantenham traduções activas sem que aumente também a quantidade de validadores. Alguns plugins / temas tinham já uma comunidade de tradutores, faria algum sentido que as permissões de edição e validação não fossem apenas genéricas por Language Team, mas também por sub-projectos, por plugins, core, etc. Isto seria uma boa opção principalmente para a gestão do core.

      • Álvaro Góis 24 Nov 2015, às 14:20 Permalink | Inicie a sessão para responder

        @pedro-mendonca: as permissões de validação são por subprojecto. As permissões de edição são globais, existem para todos os utilizadores registados, para qualquer projecto.

        • Pedro Mendonça 24 Nov 2015, às 14:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Não sabia, isso torna tudo menos assustador 🙂

          • Álvaro Góis 24 Nov 2015, às 14:36 Permalink | Inicie a sessão para responder

            No caso do AO90 não. Porque se se pudesse limitar as permissões de edição na versão AO90 (core), nós poderíamos ter essa variante em paralelo, que só seria actualizada via importação da versão oficial depois das respectivas conversões. Ou seja, temas e plugins poderiam ter versões AO90 abertas, consoante os editores interessados, o core manteria a consolidação de termos e expressões entre ambas as variantes, pois não haveria editores a contribuírem apenas para uma das versões.

            Mas como isso não é possível, penso que as opções passarão por: 1. tornar isso possível com o contributo dos nossos devs 😉 e/ou 2. abrir a variante mesmo assim e esperar pelo trabalho que se avizinha.

            Só uma coisa é que é certa: depois de criada, não há como voltar atrás.

            PS: há uma 3.ª hipótese, que é o @lightningspirit fazer a tal ferramenta que é o Lince invertido, que passa de AO90 para português 😛 Aí poderíamos estar descansados, contribuiríamos todos para uma única versão e a outra era mantida com uma conversão automática.

            PS2: há uma 4.ª hipótese… desenvolver-se um addon para o GlotPress que faça a actualização automática da versão AO90 a partir do português, usando as regras actuais de conversão. No fundo aquilo é uma lista fechada, com regras (estúpidas, algumas, é certo) mais ou menos claras e estabelecidas.

            • Pedro Mendonça 24 Nov 2015, às 14:44 Permalink | Inicie a sessão para responder

              Em todo o caso, mesmo que não se possa fechar a edição da versão que será traduzida automaticamente, na criação da variante pode ficar documentado que é uma tradução automática e que será reposta a cada nova versão. Com esta informação, os tradutores saberão que não valerá a pena investir na tradução dessa mesma variante.

  • Vitor Carvalho 20 Feb 2015, às 1:35 Permalink |
    Etiquetas: , , , traduções   

    Olá pessoal (desde há algum tempo),

    Estou a traduzir a última versão do polylang e deparei-me com uma palavra fixe “string”. Como é que temos andado a traduzir “string” para PT?

    Contexto: “Use this to remove unused strings from database, for example after a plugin has been uninstalled.”

     
    • Álvaro Góis 20 Fev 2015, às 9:05 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu diria “frase”, embora string não remeta apenas para frase, pode ser uma palavra.

      Por outro lado, frase também não se limita a uma sequência de palavras, há áreas em que é aplicada para designar a ligação de elementos num conceito, sem significar exactamente palavras ou sequência de palavras – em arquitectura, em música, etc.

      Posto isto, e há falta de melhor, “frases” pode ser a solução mais compreensível, dado o contexto.

    • miguelcortereal 20 Fev 2015, às 11:29 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Vitor (@lightningspirit), para este caso em concreto do Polylang sendo eu também um utilizador do dito plugin, a minha opinião é que simplesmente nem seja traduzido e fique “string”. Toda a gente minimamente ligada ao desenvolvimento (“Developers”) sabe o que é uma “string” e aplicando “frase” pode reduzir o contexto ficando assim a tradução pior. Exemplo típico de uma string de tradução do Polylang: %%sitename%% %%page%% %%sep%% %%sitedesc%%

    • Vitor Carvalho 22 Fev 2015, às 16:09 Permalink | Inicie a sessão para responder

      String será 🙂

    • Luís Rodrigues 17 Mai 2015, às 11:11 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Já venho tarde para responder, mas do que me lembro dos livros de programação em português, a tradução aceite era “cadeia (de caracteres)”.

  • José Freitas 7 Dec 2014, às 12:34 Permalink |
    Etiquetas: , traduções   

    WordPress para Android Há nova versão a caminho.
    Precisa-se de ajuda nas traduções aqui.
    Validações para fazer aqui.

     
  • Álvaro Góis 13 Oct 2013, às 20:39 Permalink |
    Etiquetas: , , traduções,   

    FYI: http://wp-translations.org/

     
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