Actualizações de Abril, 2013 Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado

  • Zé Fontainhas 10 Apr 2013, às 22:29 Permalink |  

    No seguimento disto, a ver se nos entendemos.

    @alvaro-gois, o plugin que mencionas pode até funcionar muito bem, mas no caso particular de variantes do mesmo idioma é inútil, e em geral conceptualmente suspeito:

    • Começa por ler os códigos disponíveis a partir de um ficheiro do próprio plugin, ficheiro esse que está sob o controlo do autor do plugin. Bem sei que se pode ir modificar à pata, mas qualquer actualização do plugin escreve por cima dessas personalizações.
    • Além do mais, e particularmente como lead dos poliglotas incomoda-me que o plugin vá apenas buscar .mo’s (nenhum .po, ou seja, nenhum código fonte) a um site do autor do plugin, e não às traduções oficiais; ou seja, não sabes quem é o autor do pt_PT.mo que ele vai buscar.
    • É ainda preciso considerar que nem o WordPress nem o próprio Translate WordPress suportam ainda variantes do mesmo ISO (i.e. pt formal e informal, por exemplo). Para ser exacto, o Translate WP até suporta, só que através da URL do projecto e não de um código ISO específico.

    Portanto, se pensássemos em suportar 3 ou 4 variações de Português (formal pré-AO, formal AO, informal pré-AO e informal AO), tinhamos que ter uma estrutura deste género a funcionar:

    • Um responsável por cada variação, activo (i.e. depois de mais de dois anos a traduzir o WP sózinho, não me meto nisso x 4)
    • As variantes residentes no Translate WP (fácil)
    • Um plugin que permite fazer alterar a versão de pt_PT (também não é nada de mais, mas as duas condições acima devem obrigatoriamente estar satisfeitas)

    Assim sendo, sugiro que se discuta se vale a pena. Eu sou vagamente da opinião que não, que é melhor focarmo-nos numa versão só, mas posso ser convencido.

     
    • Zé Fontainhas 10 Abr 2013, às 22:32 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Na realidade, devia era ser apresentada a questão em público, com os prós e os contras, e submeter à votação.
      • Zé Fontainhas 20 Abr 2013, às 11:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Em que é que ficamos? Apresenta-se uma proposta para passar tudo para “tu” pós-AO, é isso?
        • Nuno Barreiro 20 Abr 2013, às 12:55 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Tenho pena de chegar tão tarde ao debate, mas não tenho tido oportunidade para me debruçar sobre este assunto. Tudo isto me parecem excelentes ideias. Tenho apenas 2 dúvidas: a passagem de pós-AO para pré-AO seria um pesadelo e, consequentemente esta decisão é um tanto ou quanto irreversível; é mesmo isso que queremos? vamos abdicar da versão formal? Consoante a resposta a cada uma destas questões existem outras soluções que já aqui foram faladas e que passariam, por exemplo, por abdicar da versão formal e ter duas versões “tu”, uma pré-AO e outra pós-AO…
        • Nuno Morgadinho 21 Abr 2013, às 7:57 Permalink | Inicie a sessão para responder

          +1 para passar tudo para pós-AO
        • Álvaro Góis 21 Abr 2013, às 21:52 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Comecei a escrever um artigo sobre isto para o wp-portugal.com mas a minha ligação foi abaixo e, aparentemente, não houve autosave. Já tinha o artigo todo escrito ia fazer o embed de uma poll (que vos parece uma poll?). Não estou com espírito para voltar a escrever de novo agora. São duas questões: AO90 e formal vs. informal. Por mim, AO90 e informal. Acho que, sendo possível, o mínimo que se poderia fazer era deixar uma versão pré-AO no GlotPress (ou como puder ser) para alguém que queira assumir a sua manutenção.
        • Álvaro Góis 22 Abr 2013, às 10:12 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Pronto, reescrevi o artigo, deixei-o em rascunho no wp-portugal.com. Vale a pena incluir uma poll?
          • Zé Fontainhas 22 Abr 2013, às 10:35 Permalink | Inicie a sessão para responder

            Acho que sim.
            • Acordo ortográfico, sim ou não
            • “Tu” ou “Você”
            Juntei ao artigo um parágrafo sobe o que acontece/pode acontecer a versões “não oficiais” (i.e. quem quiser pode pegar nisso). O português deve precisar de revisão.
    • Álvaro Góis 10 Abr 2013, às 23:57 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A minha dúvida é mais conceptual (e o plugin foi referido somente por isso e não pelo plugin em si, que não conheço), no sentido de que, havendo quem se disponha a trabalhar em versões alternativas (como atualmente temos a informal), era simpático que isso pudesse ser aproveitado para acrescentar uma opção válida na versão portuguesa (e para todos os utilizadores). De outra forma, esse trabalho de tradução pode não ter o uso que o esforço implicado merece. Posto isto, estou completamente de acordo que gerir 4 versões é impensável. Mas a verdade é que há quem esteja a trabalhar noutra versão. O que estou a falar é em deixar a porta aberta para quem queira pegar.
    • PL Monteiro 11 Abr 2013, às 4:15 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Corrijam-me se estiver errado. Um plugin para mudar a língua de um texto tem de mudar os mo’s para o core mas também para plugins e texto, ou a tradução só é feita em parte do interface. Mas o WP_LANG não é alterado? Onde é que o plugin vai buscar os mo’s de outros plugins que podem estar em qualquer variante ortográfica? Embora eu pessoalmente prefira que se decida uma única ortografia, havendo a vontade de manter à escolha do freguês, poderia talvez fazer-se assim: em pt_PT as duas primeiras letras são da norma ISO 639-1 relativa à língua; as duas últimas são o código do país pela norma ISO 3166-1 alpha-2, Ora a parte interessante é que para o alpha-2 “User-assigned code elements are codes at the disposal of users who need to add further names of countries, territories, or other geographical entities to their in-house application of ISO 3166-1, and the ISO 3166/MA will never use these codes in the updating process of the standard. The following alpha-2 codes can be user-assigned: AA, QM to QZ, XA to XZ, and ZZ.” Ou seja, com WP_LANG=”pt_ZZ” em principio pode manter-se a ortografia antiga em uso, simplesmente renomeando mo’s e desde que mais ninguém no universo WP-pt resolva usar o mesmo alpha-2. Isto não é nada pratico, pode dar grandes confusões e se calhar é melhor não utilizar. Mas existe esta possibilidade. [Ref: http://en.wikipedia.org/wiki/Language_code Reparar na tabela a entrada “IETF language tag”]. Vocês mantêm uma versão informal da tradução? Mas há outra? Isto não é um instrumento de trabalho escrito na língua que as pessoas falam? Alguém vai defender teses a Bizâncio, usando a linguagem de uma aplicação, que como o nome diz é para aplicar? Isso é uma afronta e um ultraje. Afronta aos mecânicos que com óleo no rosto, que limpam com uma pano mais sebento que a cara, abrem o capot e dão umas marteladas no motor. Um ultraje aos engenheiros e cientistas que com batas brancas, procuram soluções descomplicadas, livres de salamaleques sociais que nada acrescentam à substância das coisas. Não é ser-se rude. É ser-se prático.
    • Álvaro Góis 11 Abr 2013, às 9:45 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Desculpa, não sei se percebi o teu comentário. Defendes que deve haver apenas uma tradução pt_PT e que essa tradução deve ser a informal e respeitando o AO90, é isso?
    • PL Monteiro 11 Abr 2013, às 16:06 Permalink | Inicie a sessão para responder

      [Update à ideia do pt_ZZ. Pode usar-se o código de país de Angola ou Moçambique que parecem estar a ignorar o acordo e falharam a sua subscrição. Mas seria complicado de implementar e duplicava as traduções dos colegas pt_PT que as vão fazendo.] Quanto à linguagem informal. Sim, é precisamente essa a minha ideia. Por oposição á linguagem informal, temos a linguagem formal que: 1) Usa termos e palavras de pouco uso, de uso erudito ou de origem obscura; 2) É distante do ouvinte comum e esse distanciamento é um dos seus objetivos; 3) Cria uma diferença social entre os que a conseguem ouvir, perceber e falar, e aqueles que têm dificuldade em o fazer; 4) … Como pessoas numa carreira técnica, conseguimos ver que em certas circunstâncias o termo técnico exato tem de ser utilizado para nos fazermos entender, mas em qualquer momento em que a linguagem simples transmite igualmente bem a mensagem passamos a falar informalmente. É da nossa educação e cultura a noção de que informal não é o português corretamente falado e escrito. Mas a função da linguagem é comunicar. A prioridade número um é ser entendido. [Podia dar aqui uns exemplos Anglo, mas não o vou fazer precisamente porque parece que para defender qualquer posição tem sempre de se citar exemplos do estrangeiro. Acho que conseguimos pensar por nossa cabeça, sem uma necessária validação externa.] Quando vocês dizem que têm traduções informais, parece-me que isso significa que têm traduções para algumas coisas mas não as acham suficientemente “próprias,” suficientemente “nobres” ou “elevadas.” Mas nós estamos a traduzir para que o português comum possa utilizar o software com o mínimo possível de ajuda externa, simplesmente seguindo as instruções. A linguagem que ele efetivamente fala e conhece é o português informal. Deve ser essa a nossa baseline. Se por uma questão de cultura (no sentido sociológico do termo) as pessoas cultas sentem a obrigação de se exprimir de forma erudita, sem ser num contexto técnico e especializado, para mim é um “tá-se a armar ao importante,” “olha este veio do século XIX,” embora pessoalmente consiga seguir textos técnicos numa diversidade de disciplinas. O software são ferramentas de trabalho para pessoas práticas. Podíamos produzir traduções e criar nomenclatura como se de documentos legais se tratasse, mas depois seria necessário uma licenciatura em Direito para as interpretar.
      • Álvaro Góis 11 Abr 2013, às 16:17 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Não, não, não… Quando refiro o português informal refiro-me à tradução que está no GlotPressPortuguese (Portugal) → Portuguese Informal) –, em larga medida feita pelo @nuno-barreiro creio, e que se refere ao tratamento por TU, ou seja, na segunda pessoa. Por oposição à versão formal, que é a mais comummente utilizada em aplicações gerais, que usa o tratamento na terceira pessoa, VOCÊ. A versão oficial da língua portuguesa é VOCÊ – Portuguese (Portugal). Não tem a ver com erudição propriamente, tem a ver com distanciamento acho eu. É um bocado como usar o infinitivo em certos contextos, aplica-se genericamente sem ser necessário referir géneros ou sequer sujeitos. É claro que na língua inglesa isto não se coloca, o que simplifica bastante.
      • Zé Fontainhas 11 Abr 2013, às 16:20 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Ok, isto está a ir longe de mais. Estamos a perder-nos em debates filosóficos à volta da lareira, quando o que devíamos estar a apresentar é muito simplesmente:
        • A tradução do WP para Português usa “tu” ou “você”?
        • Usa uma dessas duas ou ambas?
        • Seja qual for a resposta, usa a grafia pré- ou pós-acordo ortográfico?
        (Não estou nada de acordo com essa tua explicação da separação ser uma questão de valores; “informal” não é depreciativo, é apenas o oposto de “formal”. E por favor não me respondas a este parêntese aqui…) A questão dos códigos ISO, a maneira como estão implementados no Translate WP, como isso interage com actualizações automáticas e o proveito (ou não) que se pode tirar dessa arquitectura parece-me estar a passar-vos completamente ao lado, pelo que é melhor trabalhar sobre as perguntas acima primeiro e depois discutir o sexo dos anjos, dentro dos constrangimentos celestiais existentes.
        • Álvaro Góis 11 Abr 2013, às 16:25 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Mea culpa, eu só queria mesmo deixar a porta aberta para quem quisesse usar outra versão. Temos duas questões a resolver: 1. pré-AO90 ou AO90 2. Você ou Tu Esqueçamos o resto.
        • PL Monteiro 11 Abr 2013, às 16:45 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Posto dessa maneira, é de ter em conta que os costumes locais contam e “tu” implica uma familiaridade de “beer buddies.” Se no local de trabalho as pessoas em geral se tratam por “você” penso que devemos respeitar este costume e prática. Se calhar fui um bocado overboard com isto. Quanto ao AO já sabem a minha opinião. Se do ponto de vista técnico já sabemos como o fazer com um mínimo de dor, é preciso convencer os nossos utilizadores que é preciso quebrar o impasse da polémica. Ou a AR anula a sua implementação (li ontem, mas não tenho a certeza, de que a petição anti-AO com 120 mil assinaturas foi deitada fora e não irá a votação) o que é improvável, e portanto o AO está em vigor e quanto mais rapidamente fizermos a transição melhor. Os sites de clientes comerciais ou institucionais têm de ser com o AO, e os utilizadores individuais é assim “ó pá, a gente habitua-se.” É só mudar o spell-checker.
        • PL Monteiro 11 Abr 2013, às 19:19 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Desculpem a confusão que fiz com o ‘informal’. Isto surgiu um bocado porque há uns anos fiz a localização pt-PT de um software para fóruns e numa das conversas apareceu um espanhol insatisfeito por não conseguir a tradução exata para um determinado termo. Perguntei-lhe: “bom, o que é que isto faz? Parece-me que faz subir ou descer os comentários em popularidade. Traduzir como ‘subir’ ou ‘descer’.” Tem-me acontecido nas traduções WordPress que por vezes pôr o português tal como se fala é mais explícito e claro do que procurar uma terminologia mais seca. Foi por isso que levantei a questão.
  • PL Monteiro 9 Apr 2013, às 15:33 Permalink |
    Etiquetas: , ,   

    Olá. Tenho dado assistência na tradução de alguns temas e plugins, coisa pouca, mas num tema em que a colaboração já tem uns anos, surgiu a questão de passar ao AO90 ou não passar. O vosso glossário aqui diz “pós-Acordo” e data de Junho. Numa outra entrada, talvez até no fórum WordPress.org, datada de Agosto, o Ze Fontainhas refere-se a estarem ainda em “pré-Acordo.” Recordo-me que há já bastante tempo, mais de um ano provavelmente, foi aqui discutido ficar em “pré.” Não consigo encontrar nada mais recente que me indique a posição oficial da Comunidade nesta matéria.

    Portanto, pergunto a todos os que estão a fazer traduções pt_PT: estão já pós-acordo ou estão a manter as traduções em pré-acordo? Obrigado.

     
    • Zé Fontainhas 9 Abr 2013, às 15:57 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Boa pergunta…
    • Álvaro Góis 9 Abr 2013, às 16:10 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Como a discussão original foi difícil (e, claro, sem consenso), nunca se passou das palavras aos atos. Pessoalmente sou contra o AO90, mas não posso escamotear o facto de estar em vigor (sim, é discutível, mas não creio que este seja o fórum indicado para isso…) e de ter clientes que querem/precisam trabalhar com o AO90. Portanto, a minha opção foi traduzir seguindo o AO90. E tento aplicá-lo sempre que posso (e consigo), e com muito esforço. Mas a verdade é que no repositório do pt_PT ainda não aplicámos. Uma possibilidade para quem quer manter-se fiel à ortografia pré-1990 seria qualquer coisa como o que cheguei a propor para o português informal, um plugin que fizesse a substituição dos ficheiros de linguagem. É claro que teoricamente é fácil, mas na prática é preciso: 1) quem desenvolva uma coisa dessas; 2) quem esteja disposto a gerir os ficheiros de língua nas versões alternativas. E não é nada simples mantê-los sincronizados, como a versão informal bem tem demonstrado. E com o ritmo de atualizações do WordPress, revela-se uma tarefa muito complicada. Ainda há uns dias andámos a celebrar o 3.5 e já está aí a beta do 3.6. É frenético isto.
      • Zé Fontainhas 9 Abr 2013, às 16:39 Permalink | Inicie a sessão para responder

        3.7?
      • PL Monteiro 9 Abr 2013, às 17:05 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Obrigado Zé. Obrigado Álvaro. Um plugin de facto seria um problema porque teria de manter um glossário alternativo não só para o core como para outros plugins e temas. Parece-me undoable. Mas está a passar-se o que disse ao meu colega: instituições e empresas têm de usar o AO90, os utilizadores individuais fazem à sua vontade. Por mim, embora use versões en-US do software, por vezes escrevo em pt-PT e passei para o AO90. Não é que goste muito (a palavra que mais me fere a vista é “exato”), mas a ideia é de que com o tempo acabarei por me habituar, e como faço verificação ortográfica em tudo, qualquer engano o software corrige. Fico então informado de que o core ainda utiliza pré-AO, mas a manutenção de sites para clientes está a adotar o AO. Da minha parte vou recomendar ao colega a passagem para o AO. Se estivesse a ver ação decisiva por parte dos críticos, anteciparia um roll-back. Mas na política à portuguesa discute-se durante anos sem que dos debates surjam resultados concretos. Isto é um tanto tramado, pois como sabem o Brasil adiou a implementação para 2016, e os outros países de língua oficial (em África e Timor) usam a nossa ortografia tanto quanto sei. Parece-me também que estão a tentar manter ambas as versões? — uhmm — Já não sei para onde me virar. O WPLANG não pode ser alterado. Para Firefox/Thunderbird/OpenOffice/LibreOffice dois dicionários são mantidos, porque são sub-produto de investigação linguística (da Universidade do Minho), mas mesmo assim têm de ter a especificação única pt-PT ou corrompem os dados de configuração. Pode ser um bom bocado mais fácil para todos passar para o AO90, e depois se os políticos decidirem um roll-back, uma atualização e escreve por cima. Fica a sugestão.
        • Zé Fontainhas 9 Abr 2013, às 17:09 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Vamos não complicar, boa? Passa-se para o AO e pronto (apesar dos vómitos que me provoca). A minha sugestão é que se comece a fazer já uma passagem pelo que está (futura 3.6), pelo menos naquilo que pode ser feito de maneira mais ‘maciça’.
          • Álvaro Góis 9 Abr 2013, às 17:13 Permalink | Inicie a sessão para responder

            +1 Como é que se faz a passagem? Sugestões?
            • Zé Fontainhas 9 Abr 2013, às 17:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

              Podemos começar por ir directos ao .po com o texto, por exemplo.
            • PL Monteiro 9 Abr 2013, às 17:25 Permalink | Inicie a sessão para responder

              O PoEdit pode vir a ter compatibilidade com verificação ortográfica na v1.6. Depois depende do dicionário que for escolhido. Até lá em temas e plugins, que nas coisas mais complicadas têm 600 a 800 strings que foi o máximo que encontrei, pode exportar-se o catálogo como HTML e depois ver a ortografia com um processador de texto, que apresenta a tabela na mesma ordem que o PoEdit. Inspecionei um tema com 600 strings e não havia grandes modificações. Até detetei alguns typos. É mais a minúcia de rever 600 strings. Não faço ideia quantas strings vocês têm no core do WordPress.
              • Zé Fontainhas 9 Abr 2013, às 17:34 Permalink | Inicie a sessão para responder

                10.000, mais milhar, menos milhar 🙂
                • PL Monteiro 9 Abr 2013, às 18:09 Permalink | Inicie a sessão para responder

                  Geez… O PoEdit permite verificação ortográfica nalgumas plataformas como o Mac e o Linux. Nestas não deve ser muito difícil de fazer. Basta percorrer a tabela porque como referi, as alterações ortográficas afetam relativamente poucas entradas. Em Windows, pelo método do intermediário HTML, 10 000 strings resultarão certamente em verificação não muito cuidadosa em grandes porções. Terias que supervisionar a coisa. Primeiros, pegar no po de 10000 e como ficheiro de texto, dividi-lo em 20 ficheiros po de 500 strings cada. Passá-lo a 20 voluntários, ou 5 voluntários em 4 dias. Depois fazer o merge de texto de todos os ficheiros po. Penso que os ficheiros po podem ser abertos como texto simples, embora convenha verificar o encoding character set.
                • Zé Fontainhas 9 Abr 2013, às 23:37 Permalink | Inicie a sessão para responder

                  Terias que supervisionar a coisa
                  Alto e pára o baile: “Teria”? Não era “teríamos” que querias dizer? 🙂
              • PL Monteiro 10 Abr 2013, às 16:41 Permalink | Inicie a sessão para responder

                Pensei um pouco nisso durante a noite e o trabalho de tradução é um bocado ingrato. Começando de raiz tem-se um montão de strings pela frente e o progresso é lento. Depois parece que nunca terá fim. Isto acontece principalmente quando se começa pois se se tem uma versão completa, updates posteriores podem adicionar novas strings mas não são em número avassalador. Portanto estava a meditar nas vantagens psicológicas de distribuir o trabalho por voluntários (apontemos para 10), dar uma porção facilmente digerível em 2 ou 3 horas que encaixam facilmente num buraquito de um dia normal de trabalho, e uma meta acessível, específica e tangível em 2 dias. Podíamos experimentar isto para a verificação ortográfica da Novilíngua e com lições aprendidas, aplicar a mesma ideia para produzir a tradução completa para a versão 3.6. O processo tem de ser centralizado no início e no fim. É necessário alguém (e só um pode segurar a faca) que corte o bolo e dê a respetiva fatia a cada participante. Habitantes de Mac e Linux podem receber um pouco mais. Depois é fazer o merge dos ficheiros. Abrindo num editor de texto, o ficheiro po tem efetivamente um cabeçalho com a indicação (que acho que até fui eu que pus) [quote]”X-Poedit-SourceCharset: utf-8\n”[/quote] mas reparem abaixo que faz, sem mais nada, acentos e “ç” c’s cedilhados. [quote]#: includes/theme-setup.php:278 msgid “” “The footer widget area. Leave empty to disable. Set the number of columns to ” “display at the theme’s Display Options page.” msgstr “” “Área do widget do rodapé. Deixar em branco para desactivar. Especifique o ” “número de colunas a mostar na página de opções de Mostrar do tema.”[/quote] Parece-me que se houvesse mais qualquer coisa o editor de texto que uso também para código, mo mostraria. Também me passou pela cabeça que isto podia ser feito numa espécie de meet-up de voz pelo Skype, mas não sei se seria vantajoso porque à parte recordar-mo-nos do standard para alguns termos, seria uma distração numa tarefa que me parece pretty straightforward.
              • PL Monteiro 10 Abr 2013, às 17:06 Permalink | Inicie a sessão para responder

                Não consegui pôr as quotes corretamente, peço desculpa. Fica a sugestão.
          • PL Monteiro 9 Abr 2013, às 17:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

            Parece-me mais fácil retroverter as mudanças mais tarde do que tentar patinar em duas faixas de rodagem.
          • Álvaro Góis 10 Abr 2013, às 17:10 Permalink | Inicie a sessão para responder

            E não dá para pegar no bicho e mandá-lo para o Lince?
            • Álvaro Góis 10 Abr 2013, às 17:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

              Acabei de fazer isso com o admin-pt_PT.po. Abri com um editor de texto, guardei como .txt, aticei-lhe o Lince, e fiz o percurso inverso com o ficheiro que resultou. O meu PoEdit identificou um erro no cabeçalho mas o ficheiro parece estar operacional. E actualizado. A minha sugestão era que replicassem para chegarmos a uma conclusão. (Claro que este procedimento não elimina os erros na tradução, mas isso não tem a ver com o AO90, é outro projeto.)
              • Zé Fontainhas 10 Abr 2013, às 18:13 Permalink | Inicie a sessão para responder

                Criar artigo no wp-portugal (e por no twitter, fb, e tal) a explicar o que se vai passar, para toda a gente ficar a saber e poder opinar (deixar os comentários fechados e adicionar uma nota que a discussão é neste P2)
              • PL Monteiro 10 Abr 2013, às 19:02 Permalink | Inicie a sessão para responder

                Boa dica com o Lince, Álvaro. À cautela para evitar erros no cabeçalho, este pode ser removido no ficheiro txt e depois colado novamente. Infelizmente não posso corroborar o que fizeste porque neste momento não estou a administrar nenhum site pt_PT. Os utilizadores convém terem aviso prévio, sim. E como empresa o WordPress tem de passar para o AO, assim como já aconteceu com a Mozilla, e como o Álvaro disse logo no inicio deste thread individualmente nenhum de nós gosta da nova ortografia, mas os clientes empresariais e institucionais têm de o adotar. Parece-me que é fácil antecipar como será o feedback. A questão a sublinhar é a de que “There can be only one!” Ou os críticos do AO tomam algum tipo de ação decisiva, ou podemos confiar na certeza que com o tempo nos habituamos. Mas aviso já que se prepara uma tempestade na CPLP. O Brasil, adiou, segundo a notícia do Sol (jornal) porque a língua portuguesa pode ser simplificada AINDA MAIS do que este acordo prevê, e os outros países da língua nem estão a fazer a transição. Da nossa parte no entanto temos que decidir, e quanto menos a coisa se arrastar menos dolorosa é. Da minha parte voto que se adote o AO e depois se os políticos voltarem a trás, faz-se a retroversão. Mas com a situação política do país, esta não é uma questão legislativa premente e é improvável que o decreto-lei (ou o que foi) que tornou o AO oficial venha a ser anulado.
c
compor novo artigo
j
próximo artigo/próximo comentário
k
artigo anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
iniciar a sessão
h
mostrar/esconder ajuda
shift + esc
cancelar