Actualizações de José Freitas Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado

  • José Freitas 1 Jul 2015, às 9:18 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto adiado uma semana, de 2 para 9 de Julho

    Devido a um impedimento de última hora de Marcel Schmitz, o meetup agendado para esta semana, quinta, 2, foi adiado para quinta, dia 9 de Julho.

    O evento está marcado para a hora habitual, 19h00, e vai decorrer no Café da Praça, em Matosinhos.

     
  • José Freitas 17 Jun 2015, às 17:04 Permalink |
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    WordCamp Europa – Dia do Contribuidor

    Para o terceiro dia do WordCamp Europa 2015, domingo, o Dia do Contribuidor, está a ser preparado um workshop sobre a organização de meetups e WordCamps.

    Será pelas 12h30 no Barceló Gran Hotel Renacimiento, o mesmo local dos dois dias de conferências.

    Se vais ao WordCamp Europa e estás interessado em contribuir para o WordPress em Portugal através da promoção de eventos, poderás juntar-te a este grupo e esclarecer algumas dúvidas.

    É necessária inscrição, que podes fazer aqui. Escolhe a opção community.

     
  • José Freitas 8 Jun 2015, às 12:03 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto a 2 de Julho

    O próximo Meetup WordPress do Porto está agendado para o dia 2 de Julho, pelas 19h00.
    O local está ainda por definir em concreto mas será conhecido em breve. O tema está definido.

    Marcel Schmitz, da hellodev, vai apresentar uma versão adaptada da talk que protagonizou no WordCamp Lisboa deste ano.

    Vai abordar como integrar o WordPress no desenvolvimento para mobile, fazendo uso da WP REST API.

    Como sempre haverá espaço para perguntas e respostas no final, bem como para o debate do assunto.

    A participação é gratuita.

    Se nada houver em contrário, este evento será anunciado em breve como tendo o carimbo da Comunidade Portuguesa de WordPress.

     
  • José Freitas 4 Jun 2015, às 11:07 Permalink |
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    Já sabes como vais ao WordCamp Europa em Sevilha? E que tal com a WPTrips?

    Esta é a viagem na qual Jorge Jesus e Ricardo Quaresma queriam participar mas nós não deixamos.

    O próximo WordCamp Europa vai realizar-se aqui ao lado, na cidade espanhola de Sevilha, capital da Andaluzia. Serão três dias intensos entre 26 e 28 de Junho.

    É uma oportunidade única para conseguir levar uma “comitiva” nacional a um WordCamp Europa, que está já ali.
    Não só podemos beneficiar do facto de viajarmos em grupo, conseguindo condições de viagem atractivas, como ainda temos a possibilidade de alargar o networking às horas de viagem entre o Porto e Sevilha. Apesar de tudo, não são muitas as oportunidades que a Comunidade nacional tem de se encontrar cara-a-cara.

    Com saída do Porto (no dia 25), está prevista uma paragem em Aveiro e outra em Lisboa, tanto na ida como no regresso (no dia 28), sendo que a rota final será definida mediante a localização dos inscritos.

    Se as inscrições o justificarem, poderão ser consideradas paragens intermédias, desde que não tenham um impacto significativo na duração e extensão da viagem.

    Em Sevilha, o autocarro fará, todos os dias, as deslocações de ida e regresso entre o centro da cidade e o local do WordCamp, para quem ficar na cidade.

    Cada bilhete custa 60 euros.

    Esta viagem é uma organização conjunta de elementos da Comunidade Portuguesa de WordPress e da Assus – Associação Solidariedade Social da Urbanização do Seixo.

    Podes comprar o bilhete utilizando o formulário no website, pagando através de transferência bancária. Tens um prazo de 24 horas para proceder à transferência.

    No site há uma área de FAQ e outra de Termos e Condições para responder às dúvidas. Se a tua dúvida não estiver por lá, usa o formulário de contacto existente ou pergunta por aqui.

    O autocarro tem capacidade para 30 lugares.

    Se estás interessado não percas tempo e trata já do assunto. O processo ficará concluído até ao próximo dia 10.

     
  • José Freitas 29 May 2015, às 16:07 Permalink |
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    Conteúdos – website da Comunidade

    Pessoas dos Conteúdos: no Trello (no board dos Conteúdos) está inserida uma dezena de tarefas à disposição, além daquelas que me atribui a mim próprio. São definições e tutoriais. Peguem numa em que estejam à vontade e marquem-na. Peguem numa de cada vez. Aos poucos serão acrescentadas mais. Muito Importante: submeti uma breves linhas relativas à política editorial, uma espécie de mini livro de estilo. Podem consultar aqui: https://www.dropbox.com/s/hbb6vku1sbl6npv/Pol%C3%ADtica%20editorial%20para%20a%20area%20de%20conteudos%20do%20WP-Portugal.md?dl=0

     
  • José Freitas 19 May 2015, às 13:08 Permalink |
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    O Acordo Ortográfico e a Comunidade Portuguesa de WordPress

    Preâmbulo

    O período de transição da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 em Portugal foi de seis anos, tendo entrado em vigor a 13 de Maio de 2009. A sua obrigatoriedade, como lei, é válida desde 13 de Maio de 2015.

    Vamos ao que interessa

    No Dia do Contribuidor do WordCamp Lisboa 2015 debatemos, além do novo website da comunidade, a futura aplicação do Acordo Ortográfico na tradução dos elementos centrais do WordPress, em concreto o core e o tema por defeito.

    Até ao momento, o WordPress em português (pt_PT) mantém a grafia pré-acordo.

    Com o fim do período de transição, e independentemente das opiniões pessoais, creio que será adequado debater este assunto agora.

    Deve a versão em português (pt_PT) do WordPress passar, a curto / médio prazo (eventualmente a partir da 4.3, a lançar em Agosto), a respeitar o acordo ortográfico?

     
    • Vitor Madeira 19 Mai 2015, às 13:19 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Espero bem que sim.

    • Lopo 19 Mai 2015, às 13:36 Permalink | Inicie a sessão para responder

    • valerio 19 Mai 2015, às 13:56 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Estando ou não num período de transição, é importante olharmos para o futuro das aplicações que o WordPress irá ter. Se um cliente me pedir um site com português do AO o que vou fazer?

      Há espaço aqui para satisfazer duas tomadas de posição, que é a que dá mais trabalho. A comunidade na globalidade poderá querer tomar posição da não adopção do acordo, mantendo um pt_PT pré-acordo, mas acho que deveria existir um pt_PT pós-acordo. Começarmos a trabalhar na tradução pós-acordo, não só estamos a preparar-nos para o futuro (visto que a educação ensina o português pós-acordo), como também nos começamos a habituar às mudanças. Não querendo dizer para mudar a escrita do português, mas para na eventualidade de sermos obrigados a escrevê-lo com AO de já nos sentirmos capazes de o fazer.

      Eu pessoalmente não as sei, só as vendo e começando a praticar é que começo a assimilar. PS: A minha posição para o acordo ortográfico é irrelevante neste comentário.

    • JLuis Freitas 19 Mai 2015, às 14:11 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Acho que independentemente da opinião de cada um, se deve optar o quanto antes pelo AO. Se o ensino já é efetuado com essas bases, daqui a meia dúzia de anos temos os nossos filhos a ver uma internet repleta de erros (sim erros, porque eles não conhecerão a versão pré-AO).

    • Álvaro Góis 19 Mai 2015, às 14:13 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A minha sugestão – e aquilo a que gostaria que os developers pudessem dar resposta – seria no sentido de mantermos duas variantes, e dessa forma responder a este “cisma” à maneira do WordPress: dar liberdade ao utilizador de definir qual a versão do português que quer usar.

      A forma técnica como isso será conseguido ultrapassa-me. Discutimos de forma breve a hipótese de o fazer via plugin. Um plugin que substituísse a variante pré-AO90, que existe por omissão na versão pt_PT, pela versão AO90, compilada externamente a partir daquela.

      Qual é a vantagem disto? Eliminava-se a necessidade de manter continuamente duas variantes no GlotPress, continuava-se a ter por omissão a versão pré-AO90, que parece mais amigável para quem traduz há mais tempo, e usavam-se ferramentas que já existem para “corrigir” a ortografia antiga, p.e., o Lince. Isto seria feito assim que saísse nova versão, i.e., assim que estivesse compilada a versão oficial, criava-se esta versão AO90, que depois poderia ser usada via plugin.

      Quem mexe com a parte de línguas do WordPress, em especial o @ze-fontainhas, que nos pode dizer sobre esta hipótese?

    • Pedro Mendonça 19 Mai 2015, às 14:21 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu concordo em manter as duas opções em aberto. Sobre a possibilidade de configurar via plugin, pode pensar-se em algo mais abrangente, até porque também existe a variante “informal”.

      Sugestão de funcionalidade dum “Custom Language”: -Permitir utilizar idioma personalizado -Escolher e actualizar automaticamente uma variante do repositório WordPress (p.ex. [pt_PT-pré-AO90], [pt_PT-AO90], [pt_PT-Informal]) -Carregar ficheiros de idioma próprios e bloquar a actualização automática da localização

      Encontrei este plugin que faz o bloqueio das actualizações dos ficheiros de idiomas, pelo que adivinho que não seja difícil replicar esta funcionalidade.

    • robsonjunior 19 Mai 2015, às 15:35 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uma vez que agora é mesmo obrigatório por lei (ou mesmo que não seja agora, será em 2016 como diz o artigo do Público) penso que já não há mais volta a dar. Não faz mais sentido manter a versão pré-acordo. Para todos os efeitos e por mais que me custe aceitar, esta linguagem passa a ser considerada “errada”.

      Assim, a minha opinião é que devemos adotar a nova grafia pós-acordo e, se a comunidade assim o desejar, manter a partir do 4.3 apenas as duas versões “padrão” e “informal”, ambas no novo acordo.

    • luísbatista 19 Mai 2015, às 15:53 Permalink | Inicie a sessão para responder

      olá.

      acho que a tradução devia respeitar o acordo e que devia ser essa a tradução a sair com novas instalações e actualizações.

      não faz sentido estarmos orgulhosamente sós quando uma grande maioria dos utilizadores da plataforma/nossos clientes avançam, quer por opção pessoal quer institucional. creio que esta solução beneficia mais a comunidade de utilizadores.

      que a versão pré-acordo seja mantida e actualizada acho uma óptima ideia.

    • edewp 19 Mai 2015, às 17:02 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olá, Sou da opinião, como tambem já foi mencionado, que deviamos manter as duas vias! Uma com AO antigo e outra com AO novo. Pelas mesmas razões já mencionadas como por mais esta: podemos ter clientes à antiga que querem o AO antigo! E nesse caso facilmente atendemos a esses casos.

      Pessoalmente gosto e mantenho o antigo AO, a não ser que seja obrigado! 🙂

      Abraços, ENO

    • Álvaro Góis 19 Mai 2015, às 17:06 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ter em atenção que, com as ferramentas actuais, é sempre mais fácil manter uma versão pré-AO90 e convertê-la, antes de cada lançamento, em AO90. O contrário seria um pesadelo, e faz pouco sentido ter as duas em paralelo, porque as diferenças são meramente ortográficas.

      • asturmas 19 Mai 2015, às 17:54 Permalink | Inicie a sessão para responder

        A ideia do plugin seria interessante mas tenho algumas questões. Sempre que o wp for actualizado existiria forma de actualizar a tradução AO90 sem que o user tivesse de ir ao plugin? A conversão seria feita on the fly no site de cada um? Que recursos a nível de cpu e memória isto gasta? Falo nisso porque em amens e afins da vida a coisa pode rebentar.

        De qualquer forma se a ideia era ser on the fly até que ponto isto não será um pouco refazer o trabalho n vezes? Não me parece nada de complicado a comunidade fazer um script para verificar se existe nova versão do WordPress e se sim fazer esse trabalho de conversão e depois o plugin apenas fazer download dele de forma transparente.

      • José Freitas 21 Mai 2015, às 13:49 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Por muito que me custe, penso que o correcto será ter a versão AO90 como a versão oficial.

    • kareca 19 Mai 2015, às 18:06 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Respondendo ao “bold”, sim, claro. A versão pt_PT tem de respeitar o acordo.

    • Malik Piarali 19 Mai 2015, às 18:11 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Concordo em manter as duas versões se não der muito trabalho. A versão pré-acordo vai deixar de entrar em vigor e um dia entrará, com certeza em desuso. Mesmo que esse dia demore 1 ou 2 anos a chegar. É inevitável.

    • Luís Miguel Sequeira 19 Mai 2015, às 18:17 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Oh pá, cuidado com as citações e rumores fora de contexto. «A sua obrigatoriedade, como lei, é válida desde 13 de Maio de 2015.» Não é verdade, embora a comunicação social tenha noticiado isso desta forma. — http://www.publico.pt/portugal/noticia/o-acordo-ortografico-de-1990-nao-e-obrigatorio-a-partir-de-13-de-maio-de-2015-1695336

      Seja como for, o que se passa é que aquilo que as pessoas chamam vulgarmente de «AO90» é o resultado da decisão de uns programadores que fizeram o Lince e que arbitrariamente decidiram, baseado na sua interpretação pessoal, quais das regras aplicar e quais ignorar (nomeadamente, todas as regras facultativas são consideradas como obrigatórias…). Infelizmente, é o Lince que é utilizado pela administração pública e restantes organismos do Estado para «converter» o português para «lincês», fazendo-o passar pela ortografia correcta…

      Ora como é certo que haverá utilização do WordPress por parte de organismos do Estado (basta pensar nas escolas), o que faz mais sentido mesmo é manter a versão actual, tal como está, e convertê-la via Lince em «lincês», seja via plugin, seja via qualquer outra coisa, e manter as duas em paralelo.

      Isto porque ainda não chegámos ao fim desta guerra. Vai haver um dia que alguém mais influente que eu irá notar que o Lince não respeita, de facto, o AO90. Depois virá um Lince 2.0, um Lince 3.0 e assim por diante, e à medida que vão surgindo novas versões, o «lincês» irá ser sucessivamente revisto. Estar a manter o pt_PT dessa forma — com palavras «convertidas» conforme a versão do «lincês» que esteja correcta no momento — será uma catástrofe.

      Melhor, isso sim, é manter o pt_PT tal como está e ter um pt_AO90 que seja obtido por conversão com a última versão do Lince (seja via plugin, seja de outra forma qualquer). Assim satisfazem-se todas as partes — ninguém poderá acusar-nos de estarmos a usar a última versão do Lince, e, sempre que sair uma versão nova, corre-se o conversor de novo, em vez de estar manualmente à procura, palavra a palavra, a ver qual é a grafia correcta no momento…

      Nota: o Lince já vai na versão 1.2.12. Isto só mostra como a língua portuguesa já evoluíu várias vezes desde 1990 🙂

    • Zé Fontainhas 19 Mai 2015, às 18:17 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Sem opinar directamente (see what I did there 😛 ?) sobre o AO ou não-AO, queria só deixar claro que não é boa ideia assumir aqui qualquer tipo de plataforma tecnológica de distribuição de idiomas: já existe uma e que é discutida no P2 dos poliglotas e respectivo canal de Slack (#polyglots). Não sei se há planos para incluir nessas rotinas versões alternativas de um idioma, mas havendo ou não, e já que parecemos ter essa necessidade, era capaz de ser melhor ideia participar mais activamente na discussão desse aspecto específico nesses canais antes da andar aqui a reinventar a roda…

      • Álvaro Góis 19 Mai 2015, às 20:44 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Já deixei um pedido de ajuda nos Polyglots. Ainda lá andas? Acompanha a coisa p.f. [Editei o teu link, estava a mandar para 404…]

      • Álvaro Góis 20 Mai 2015, às 10:49 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Consegues dar uma vista de olhos @ze-fontainhas? Não tive qualquer feedback e a entrada que deixei no P2 do Polyglots não aparece.

      • Álvaro Góis 20 Mai 2015, às 13:13 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Também deixei uma entrada no #polyglots do Slack.

        Hi. I’m new to the Polyglots slack. I’m Alvaro, from Portugal, validator for the Portuguese pt_PT language. I left a post to Polyglots P2 yesterday about a problem we’re facing with variants. Portuguese has no formal variants in Portugal, therefore I believe there’re no ISO codes that can be used to consider variants for the Portuguese Language Orthographic Agreement of 1990, which is being politically imposed. So we’re in need of a solution to have variants in WordPress’ Portuguese language packs. One that can help us to manage parallel translations, since there’re users and institutions who just have to use the new orthography, and (a majority of) users who refuse this reform and still hope it to be suspended and reversed. This is an urgent ongoing discussion right now, and something we’ve been long avoiding. We expected the changes in the way WordPress handles languages would make it easy, but I still can’t figure how to do it. Can anyone here give us a hint on how to address this issue? Thanks.
    • Álvaro Góis 20 Mai 2015, às 15:53 Permalink | Inicie a sessão para responder

      As questões que coloquei no P2 dos Polyglots aqui: https://make.wordpress.org/polyglots/2015/05/19/hi-polyglots-im-a-validator-of-the-portuguese/

      No trac já há alguma coisa sobre isto, mas sem grandes avanços: https://core.trac.wordpress.org/ticket/28303

      A minha inclinação actual, corrijam-me, ó senhores do código, se for demasiado fora-da-box:

      Este plugin https://wordpress.org/plugins/wptb-language/ faz o que agora temos incorporado no próprio core: carrega línguas do repo SVN do WordPress. Os meus amigos developers não conseguiriam pôr isto a ir buscar os ficheiros a outro repo? Podem usar os ficheiros de pt_PT informal para testar, p.e., aqui: https://translate.wordpress.org/projects/wp/dev/pt/informal WordPress.org WPTB Language With this plugin you can easily switch the WordPress language. It will download and install the language files from the WP Repository as needed. O plugin tem 7Kb
    • José Freitas 21 Mai 2015, às 11:04 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Apesar de ter lançado o debate não emiti ainda a minha opinião. É agora.
      Como entidades vivas, as línguas também sofrem evoluções. Nada tenho contra isso. É algo natural e inevitável. Não foi isso, no entanto, o que aconteceu com o AO.
      Os responsáveis procuraram impor um caminho à língua portuguesa, promovendo adaptações forçadas em nome de uma uniformização que não existe, não é necessária e nunca será alcançada.
      Não gosto do AO.
      Apesar de ser contra, a sua aplicação parece-me inevitável. Não interessa se o período de transição já terminou ou vai terminar.
      O que interessa é que o AO está a ser ensinado nas escolas há diversos anos àqueles que serão os futuros utilizadores do WordPress.
      O que interessa é que as empresas estão ou vão utilizar o AO.
      O que interessa é que cada vez mais pessoas seguem a mesma linha.
      Não sabemos se haverá alguma inversão a curto – médio prazo. Não creio que haja. Não podemos, no entanto, é estar a contar com o ovo no rabiosque da galinha.
      As nossas opções pessoais são isso mesmo, pessoais. O que cada um faz ou irá fazer fica ao seu critério individual.
      Enquanto comunidade, penso que temos de actualizar o WordPress em pt_PT para o AO.
      A existência de uma alternativa, uma versão pré-AO, tal como existe a versão informal, será uma questão de vontade, por um lado, e de disponibilidade para a manter, por outro.
      Creio que a curto e médio prazo não haverá uma forma de a poder instalar através do core. A alternativa é faze-lo via ftp ou, de preferência, via plugin, se alguém tiver disponibilidade para o fazer.

      • Marco Pereirinha 21 Mai 2015, às 11:26 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Haverá novidades em relação a este assunto muito brevemente. Eu e o @alvaro-gois estamos a preparar uma solução que passa por um plugin. Este permitirá seleccionar uma tradução alternativa (PT pré AO e o PT informal), e que será mantida pela CPWP. A cada nova release do core, as traduções poderão tb ser atualizadas sendo portanto simples a manutenção de instalações WordPress com traduções pt_PT alternativas.

        • Pedro Mendonça 21 Mai 2015, às 11:32 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Excelente @marco-pereirinha 🙂 Obrigado e bom trabalho.

        • Álvaro Góis 21 Mai 2015, às 11:35 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Se resultar… o que, tendo em conta o nível da equipa, não deve criar muitas dúvidas 😛

          Entretanto, um alerta: enquanto existir este cisma – apesar de tudo continuamos numa situação de indeterminação relativamente ao AO90 –, a minha sugestão é no sentido de manter a versão pré-AO90 no GlotPress, porque para já é mais fácil geri-la e transpô-la para AO90 do que a inversa.

          Tenhamos em mente que, assim como a falta de uma versão AO90 pode inibir a adesão a algumas pessoas/instituições, a inversa também se aplica.

          Manter duas versões desligadas parece-me irrealista e, do ponto de vista da produtividade, absurdo. Porque na versão AO90 existe apenas uma variação ortográfica, que pode ser gerida quase automaticamente.

          Se a versão no GlotPress passar a ser exclusivamente AO90, então esta solução plugin deixa de poder ser aplicada, porque não temos nenhuma forma, que eu conheça, de inverter a ortografia. A menos que alguém conheça uma, e aí já poderia fazer algum sentido, uma espécide de Antilince.

      • luistinygod 22 Mai 2015, às 10:48 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Concordo com o José. Parece-me que o AO é incontornável e irreversível, e sendo irreversível, deve ser tido em conta na versão “oficial” pt_PT.

  • José Freitas 18 May 2015, às 10:22 Permalink |
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    Meetup WordPress Porto

    Está previsto para 28 de Maio o próximo Meetup WordPress do Porto.
    Em foco vão estar dois temas:
    * Os preços de projectos WordPress praticados por empresas e/ou freelancers
    * Os desafios deixados pelo WordCamp Lisboa

    O Meetup voltará a realizar-se no Café da Praça, em Matosinhos, aproveitando o fim da festa do Senhor de Matosinhos.

    Se nada houver a obstar será anunciado nos próximos dias como evento da comunidade.

     
  • José Freitas 8 Apr 2015, às 15:08 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto

    Está em preparação um meetup para a última quinta-feira deste mês, dia 30 de Abril, pelas 19h00.
    Haverá um tema repartido em duas fases: Dois possíveis workflows de trabalho em WordPress. Serão apresentadas propostas, ideias e métodos de trabalho, incluindo ferramentas. Um workflow para avançados e outro para iniciados.
    Cada uma das apresentações será breve, com cerca de 10 minutos, abrindo espaço para o debate.
    Marco Pereirinha vai ficar com a apresentação do workflow para avançados. A vertente dos iniciados será abordada por Pedro Fonseca, embora não seja um iniciado nas lides WordPress.
    Se não houver qualquer obstáculo o meetup será formalmente anunciado dentro de dias com o ‘carimbo’ da Comunidade Portuguesa de WordPress.

     
  • José Freitas 13 Mar 2015, às 12:11 Permalink |
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    Meetup WordPress Porto

    O próximo meetup WordPress do Porto está agendado para 26 de Março, pelas 19h00, no Café da Praça, em Matosinhos.

    Estão agendados dois temas:
    1. Boas práticas na optimização do sites WordPress. Para este tema teremos a colaboração de Teotónio Ricardo, da WebTuga. Depois da apresentação, seguem-se as P&R e o debate; 2. Questões relacionadas com a comunidade; em concreto, como pode a comunidade crescer.

    Se nada houver a obstar, este meetup terá o ‘carimbo’ da CPW e será oficialmente anunciado no início da próxima semana.

     
  • José Freitas 10 Feb 2015, às 10:27 Permalink |
    Etiquetas: , sponsor   

    Meetup WordPress do Porto

    A Samsys propôs o patrocínio dos meetups WordPress do Porto, a iniciar já no próximo e mediante um entendimento válido até ao final do ano, podendo ser renovado para o próximo.

    A sponsorização passa pelo seguinte:

    • A Samsys efectua o registo em vídeo e a respectiva edição (títulos, logos e ajustamentos ligeiros) para posterior divulgação do vídeo no WordPress.tv ou num canal YouTube, para fácil divulgação pela comunidade.
    • Os vídeos não serão da sessão integral mas apenas de determinados segmentos de maior interesse geral. (p.e. na próxima das partes relacionadas com o IVA e os metadados).
    • Como contrapartida a Samsys terá presença nos eventos com um elemento gráfico, seja banner, roll up ou stickers, aparecendo no vídeo pontualmente mas não em permanência. Terá ainda presença no início do vídeo e nos créditos.

    Para o efeito, a equipa organizadora e a Samsys tiveram em conta as regras de sponsorização de eventos WordPress e as regras de submissão de vídeos para a WordPress TV.

    No âmbito deste acordo poderão realizar-se outras acções, quando se justificar e for oportuno, como a realização de ‘live stream’.

    A Samsys tem elementos activos nos comunidade WordPress e foi patrocinador do WordCamp do Porto em 2013.

    Assim, pretendemos saber se há alguma oposição a este acordo de patrocínio.

     
    • pmfonseca 10 Fev 2015, às 11:37 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Mais que oposição, gostava de deixar alguns pontos para abrir a discussão sobre o tópico patrocínio dos meetups:

      1) Gosto do caráter voluntário dos nossos eventos. Todos os que se envolvem num meetup, fazem-no por ‘carolice’. Porque querem criar um espaço, onde todos possam partilhar os seus conhecimentos sobre o WordPress ou assuntos relacionados. Dá trabalho, dores de cabeça, mas sobretudo dá muito gozo.

      2) Gosto da ‘fulanização’ da comunidade. Quando participamos num meetup, e perguntamos quem vai aparecer, referimo-nos ao Freitas, ao Pereirinha, ao Paulo, Ricardo, e ao Manel, ao Xico, àquele que tinha um casaco estranho e ao outro da bicicleta. Ao fim de algumas conversas, podemos vir a saber que fulano trabalha na empresa A, B ou C, mas na comunidade, somos todos iguais, seja a nossa ligação ao WordPress apenas emocional, ou profissional.

      Temo que ao abrirmos a questão ‘patrocínio’ por parte de empresas em aspetos relacionados com a organização, possamos:

      1) Perder o caráter voluntário dos eventos. Porque se ‘todos’ organizam, não entendo porque apenas o elemento ‘patrocinador’ terá direito a “presença nos eventos com um elemento gráfico, seja banner, roll up ou stickers, aparecendo no vídeo pontualmente mas não em permanência. Terá ainda presença no início do vídeo e nos créditos.”. Qualquer dia, ao tentares captar algum possível organizador, poderemos receber como resposta: “E o que ‘ganho’ com isso?”

      2) Perder a ‘fulanização’. Imaginem que um meetup é totalmente organizado por elementos de uma empresa que ‘a entidade patronal’ dispensou para o evento. No final do evento, o patrocinador terá direito a créditos, mas a ‘tal entidade patronal’ não terá nenhum crédito.

      Com estes pontos, não quero defender que as empresas de toda a malta que participa na organização de meetups, deva estar nos créditos. Acho antes que deveríamos retirar as empresas deste processo.

    • Nuno Morgadinho 10 Fev 2015, às 14:25 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Nada a opor e parabéns à Samsys por querer ajudar. Pelo que vi das regras o sponsorship deve “entrar” como donativo e não ter contrapartidas de marketing/publicidade associadas. O que não quer dizer que não se agradeça o patrocínio de alguma forma, i.e. com um banner, roll up ou stickers e/ou aparecendo nos vídeos pontualmente. Desde que fique claro que não é uma contrapartida e que não há essa obrigação associada..

    • Marco Pereirinha 11 Fev 2015, às 15:11 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Estive a ver o link sobre a “sponsorização” de eventos oficiais sobre o WordPress e fico com a sensação que se abrimos essa porta, devemos ainda incluir os sponsors globais, não?

      A proposta da Samsys parece que cumprimente as regras e muitos de nós sabe bem as horas que requer a edição de vídeo. Posto isto, o trade off parece-me justo.

      Contudo, e tendo tudo isso em consideração, ainda assim inclino mais para a perspectiva do @pmfonseca. Acresce ainda o facto de ter visto o número médio de participantes nos meetups decrescer. Há casos de ter menos de 10 pessoas. Isso não tira o brilho do momento, mas temo que se tivermos essa possibilidade de “ver mais tarde”, isso possa contribuir para que, no limite, os encontros presenciais deixe de acontecer.

    • jcurinha 11 Fev 2015, às 17:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Meus caros, espero não ser muito intrusivo, mas gostaria de deixar a minha opinião.

      Acho a iniciativa a resposta ao meu problema e possivelmente de muitos outros, que gostariam de participar mas por motivos profissionais ou pessoais não conseguem. Mas como tudo, tem pro’s and con’s que têm que ser ponderados pelos organizadores.

      Por um lado é facilitador, não existe preocupação com todos os problemas que podem surgir (equipamentos, edição de video, mínimos aceitáveis de upload, horas de trabalho , etc …) Por outro, abre as portas aos sponsors que por vezes desejam “controlar” o evento para proveito próprio. Hoje em dia com uma conta Google, uma cam hd já se realiza um belo hangout a fazer direto para o youtube ( limite 8h) , e ainda, com a vantagem de nós participarmos em chat, por exemplo. Já usei em trabalhos institucionais como o do crescimentoverde e resolve bem a situação.

      Mas como gostaria muito de acompanhar… 🙂 sugiro que testem, que o discurso com a entidade seja no sentido de “vamos experimentar e ver como corre desta vez”. Acredito que vão sempre escolher o melhor para a comunidade.

      Grande Abraço.

    • Zé Fontainhas 11 Fev 2015, às 17:24 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Como contrapartida a Samsys terá presença nos eventos com um elemento gráfico, seja banner, roll up ou stickers, aparecendo no vídeo pontualmente mas não em permanência. Terá ainda presença no início do vídeo e nos créditos.

      Não.

      Muito sucintamente, não existem nem podem existir contrapartidas. O patrocínio de um evento de utilizadores, gratuito e “pessoal” é a uma doação e não a uma troca dessa doação por exposição. Pode muito bem ter presença nos créditos, mas estou totalmente contra “aparecer no vídeo pontualmente” (quem controla o quão pontualmente, uma vez que é editado pela própria?) e no início do vídeo.

      Não duvido que as intenções sejam puras (e muito se agradece o apoio-que-não-é-um-patrocinio), mas sou contra excepções que possam criar áreas cinzentas.

      • Zé Fontainhas 11 Fev 2015, às 17:30 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Só para elaborar mais um bocadinho: o patrocinador X não está a fazer um favor à comunidade e ao WP, sendo assim legítimo pedir um favor em troca, não. O que o patrocinador X está a fazer é a agradecer com uma doação o facto de estar a fazer negócios com um software gratuito, criado com as DOAÇÕES GRATUITAS do tempo de um sem número de contribuidores.

    • José Freitas 13 Fev 2015, às 15:46 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Compreendo e partilho de muitas das preocupações apresentadas nos comentários anteriores. Também gosto do carácter voluntário dos nossos eventos, da carolice, do tempo que investimos, das tais dores de cabeça que às vezes nos dão, mas que são esquecidas pelo gosto que temos em os promover e em participar neles.

      Também não quero que se perca a componente voluntária dos eventos ou que haja alguém a perguntar o que ‘ganha’ em estar presente ou em fazer uma apresentação.

      O ‘ganho’ está a montante. Está em utilizar um software gratuito, em permanente evolução, que é fruto do contributo de milhares de pessoas que ajudam de uma ou outra forma, seja no core, nas traduções, no suporte, na avaliação de temas e plugins, em apontar este ou aquele caminho ou sugestão, etc.

      Acho que a possibilidade de registar em vídeo (e sobretudo com bom som) o essencial dos meetups pode ser positivo para a comunidade portuguesa e até ajudar a captar mais pessoas para os eventos. Penso que ninguém, podendo estar presente, trocará um concerto de uma banda da sua preferência por uma versão do espectáculo em vídeo. Falta o resto. Falta o ambiente, as ‘bocas laterais’, o conhecer e trocar impressões com outras pessoas. Não sabemos se temos muito em comum mas sabemos que temos, pelo menos, o interesse pelo WordPress.

      Por outro lado admito, e não é nada novo, que gostaria de ver as empresas que fazem uso do WordPress como ferramenta de trabalho e que o usam para benefício – legítimo – dos seus negócios, se envolvessem mais no desenvolvimento da comunidade e do próprio software. Mais do que uma possibilidade, deveria ser uma obrigação. Em muitos casos, e tenho a certeza que não se trata deste caso em concreto, tal só ocorre quando surge a possibilidade de um benefício posterior, a tal perspectiva de contrapartida.

      É verdade que abrir esta porta pode levar às tais áreas cinzentas que são, de todo, inaceitáveis pelos problemas que criaria em menos de nada.

      Assim sendo, cabe-nos encontrar uma forma de motivar as empresas que beneficiam da existência do WordPress e da sua comunidade a darem elas o retorno por aquilo que recebem.

  • José Freitas 30 Jan 2015, às 10:32 Permalink |
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    Meetup WordPress do Porto de Fevereiro debate IVA, microdados e ainda…

    Está previsto para o dia 26 de Fevereiro o próximo meetup WordPress do Porto.

    Regressamos a Matosinhos, desta vez ao Café da Praça.
    Para esta edição, e eventualmente para as próximas, vamos alterar um pouco o modelo.
    Em alternativa ao formato “Apresentação + P&R”, vamos promover pequenos debates de temas seleccionados.

    Para Fevereiro, propusemos dois no Slack da Comunidade Portuguesa de WordPress e surgiu, entretanto um terceiro.

    1. O novo regime de IVA para venda de produtos digitais para consumidores da UE. Teremos a colaboração de Francisco Nuno Teixeira (TOC). Para este tópico iremos abrir um período para que possam enviar perguntas específicas relacionadas com esta matéria, para facilitar a preparação do nosso convidado. Portanto, se têm dúvidas esta é uma boa oportunidade para as esclarecer. Tentaremos apurar da possibilidade de fazer streaming (via Hangout) ou gravar a sessão para acesso geral.
    2. Eventos WordPress para lá dos meetups e WordCamps, servindo para lançar a ideia da realização de uma Residência WordPress.
    3. Microdados: O que são, como usar no WordPress. Com introdução de 5 minutos e abertura de debate.

    Se nada houver a obstar, este meetup terá o ‘carimbo’ da CPW e será oficialmente anunciado no início da próxima semana.

     
  • José Freitas 26 Jan 2015, às 13:19 Permalink |
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    Meetup WordPress no Porto
    A questão pode colocar-se nestes termos: um ano e pouco depois de termos iniciado os meetups regulares no Porto, creio que vale a pena debater uma mudança do formato. Um estilo para manter durante algumas edições.
    Talvez em jeito de mesa redonda, com um ou mais temas pré-definidos. Eventualmente com uma pequena apresentação introdutória (cerca de 5 minutos) e debate aberto. O objectivo é fazer o próximo meetup no final de Fevereiro.
    O tema foi aberto à discussão no canal meetup_porto do WP Portugal no Slack.

     
  • José Freitas 23 Jan 2015, às 19:04 Permalink |
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    WP Portugal no Slack
    Notícia sobre WP Portugal no Slack publicada no site oficial. Integra informação sobre outras presenças online da Comunidade Portugal de WordPress, para os mais distraídos.

     
  • José Freitas 23 Jan 2015, às 15:26 Permalink
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    WP Portugal no Slack Criado o team WP Portugal no Slack. Podem fazer os vossos pedidos de adessão. 🙂

    UPDATE (@ze-fontainhas): Fechei os comentários a este artigo e criei um formulário para pedir o acesso (vai para o mail do @jose-freitas), antes que isto se torne incomportável.

     
  • José Freitas 16 Jan 2015, às 9:51 Permalink |
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    E que tal criar um team WP Portugal no Slack?

    Ontem, no final do meetup WordPress do Porto, alguns de nós abordamos a criação no Slack de um team WP Portugal. Com canais locais e temáticos.
    Quem acham da ideia?

     
    • Álvaro Góis 16 Jan 2015, às 9:53 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Boa.

    • Zé Fontainhas 16 Jan 2015, às 9:59 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Não me desagrada a ideia, mas qual seria o objectivo e como fazemos para não dispersar a discussão, entre P2s e Slack (sem falar do FB)?

      • José Freitas 16 Jan 2015, às 10:52 Permalink | Inicie a sessão para responder

        É verdade que há o risco de ser um pouco redundante ao P2 e, sobretudo (pela maior utilização), do grupo no Facebook. O uso do Slack poderá ser benéfico para os utilizadores mais avançados, uma vez que permite partilha de ficheiros e uma melhor pesquisa que o FB. A dispersão da discussão pode ser um problema, admito.

      • Hugo 16 Jan 2015, às 11:04 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Com o Facebook não vejo grande conflito. É o que é, um grupo público para toda a gente. Já com o P2… As pessoas que participam aqui seriam as mais participativas no Slack. A vantagem é que era mais fácil e útil o modelo de channels do Slack do que o de posts aqui. Por outro lado, o modelo de thread do P2 também apresenta vantagens.

        Dito isto, vou beber um café.

      • Marco Pereirinha 17 Jan 2015, às 10:48 Permalink | Inicie a sessão para responder

        No meu subconsciente, o uso do palheta requer que o tema seja de interesse alargado geograficamente e com valor para memória futura. Contudo, e no decorrer do último meetup na inbictá, lembramos lançar discussão sobre o próximo meetup (porventura com novo formato). Ora, isso talvez rompa com os 2 principios que medeiam o meu uso do palheta (não tem interesse nacional, e não tem interesse para recuperação futura). Daí, algo num formato mais proximo do chat serve perfeitamente. Atendendo à recente adoção do slack pela propria WordPress, não me parece uma solução totalmente descabida… até porque como o @hugo lembra, o slack permite o uso de canais

    • Rogério Moreira 16 Jan 2015, às 12:28 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Por mim sim. Estaria tudo muito melhor organizado e a pesquisa é mais fácil. Já para não falar que é capaz de haver umas integrações porreiras para por lá.

    • Lopo 16 Jan 2015, às 13:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

      +1

      Até porque eu tenho sempre a badana do Slack aberta 🙂

    • Tomé Mendes 17 Jan 2015, às 23:06 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Por acaso uso algo parecido. O HipChat. É tudo uma questão de analisar os Pros/Contras de usar o Slack. Dispersar muito os assuntos da comunidade é que não…

    • Zé Fontainhas 23 Jan 2015, às 10:14 Permalink | Inicie a sessão para responder

  • José Freitas 17 Dec 2014, às 11:19 Permalink |
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    Meetup WordPress no Porto
    Estamos a preparar um meetup WordPress no Porto para o dia 15 de Janeiro. Será, pela segunda vez, no espaço de co-work Cool.Office, na Rua de Costa Cabral, 2075, Porto. O tema principal será SEO e integra uma apresentação de Pedro Simões, da L4D, agência responsável pela promoção do AgitAgueda 2014.
    Se não houver obstáculos será um evento com o carimbo da Comunidade Portuguesa de WordPress.

     
  • José Freitas 7 Dec 2014, às 12:34 Permalink |
    Etiquetas: ,   

    WordPress para Android Há nova versão a caminho.
    Precisa-se de ajuda nas traduções aqui.
    Validações para fazer aqui.

     
  • José Freitas 5 Nov 2014, às 18:27 Permalink |
    Etiquetas: ,   

    Meetup WordPress Porto Está agendado para o dia 4 de Dezembro, às 19h00, o próximo meetup do Porto. E, desta vez, mesmo no Porto. É um regresso à Invicta quase um ano depois. Será no espaço de co-work Cool.Office, na Rua de Costa Cabral, 2075. O programa integra uma apresentação relacionada com a criação, implementação e utilização de child themes, que será feita pelo Ricardo Correia. Se nada hover a apontar, será um meetup com o ‘carimbo’ da Comunidade Portuguesa de WordPress.

     
    • Nuno 16 Nov 2014, às 13:07 Permalink | Inicie a sessão para responder

      É possível levar um amigo que nunca tenha ouvido falar do WordPress, mas tenha interesse em aprender? Para uma pessoa que nunca frequentou Meetups, como eu, como descreveriam a dinâmica dos mesmos?

      • José Freitas 16 Nov 2014, às 14:34 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Claro que sim, Nuno. Há que começar por algum lado e um meetup pode ser um bom momento para o fazer. Quanto à dinâmica: o meetup é um evento muito informal. Por norma, naqueles que temos feito no Porto há um tema base, com uma apresentação, perguntas e respostas sobre o tema, e depois espaço aberto para abordar outros assuntos de interesse.

  • José Freitas 22 Oct 2014, às 15:53 Permalink |
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    Meetup WordPress Porto – Segurança Parte II

    No meetup WordPress do Porto de amanhã, a apresentação de Daniel Fonseca terá uma componente prática e um desafio.

    O Daniel propõe-se oferecer (via Inmotion, uma loja de artigos de electrónica diversa, do Porto) um Raspberry Pi, o novo modelo B+ em caixa transparente, para o vencedor de um “concurso-tipo” de segurança informática “Catch The Flag”.

    Se não houver oposição da comunidade à realização do desafio, todos os detalhes serão conhecidos no evento de amanhã.

     
    • luismsmarques 22 Out 2014, às 16:58 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Vamos lá 😀

    • danielfonseca 22 Out 2014, às 17:52 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Obviamente que a correr WordPress, claro, chamei-lhe “RasPress” – pesquisei no Google por este nome e ainda fui “insultado” com 3 “Did you mean”, nem sabia que se podia receber mais que uma sugestão destas numa só pesquisa: About 361 results (0.53 seconds) Did you mean: repress wordpress prospress wordpress espresso wordpress

      • Estão todos convidados, haverá mais surpresas; o objetivo de revelar esta é para que tenham a oportunidade de trazer o vosso dispositivo (ou arsenal?) de trabalho preferido!
    • Artur Lourenço 22 Out 2014, às 18:05 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Corro um site WordPress em Raspberry faz mais de ano e maio sem qualquer problema. 😉

      • danielfonseca 22 Out 2014, às 18:46 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Artur, eu por acaso aconselho “contra” (correr WordPress no “Raspas”) se estivermos a falar de produção (um ano e meio já parece.. “sério”); atreves-te a dizer o URL do visado? 😉

        No meu caso o Raspberry é apenas POC: Proof of Concept… Amanhã dou um excelente exemplo da sua aplicação, mas é fácil perceber o “mote”: impressiona!

        • Artur Lourenço 23 Out 2014, às 2:36 Permalink | Inicie a sessão para responder

          Viva Daniel,

          É produção se assim lhe quisermos chamar, é uma intranet que utilizamos na empresa para ir divulgando informação interna com os colaboradores, não está acessivel ao mundo, obviamente, no entanto, curiosamente já esteve em datacenter no início por ser mais cómodo o desenvolvimento da plataforma, nunca deu problemas (com “defesas” activas logicamente) e as prestações não eram más de todo. Foi também testado para a web com origem nos nossos escritórios, e aí ja contávamos com um desempenho inferior dado o “afunilamento” dos rates de upload.

          Mas sim, como prova de conceito e até para pequenas coisas garantidamente que é perfeito. No RPI pode até ser instalado software de alojamento web, temos um a correr webmin e tem aguantado muitas “bricadeiras”.

    • Artur Lourenço 22 Out 2014, às 18:08 Permalink | Inicie a sessão para responder

      … Correctores… bahhh “ano e meio”. De resto, boa iniciativa danielfonseca. 🙂

  • José Freitas 15 Oct 2014, às 7:53 Permalink |
    Etiquetas: ,   

    Traduzi as strings existentes da versão 3.3 do WordPress para Android. Falta verificar e validar.

     
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